Publicação
Flexibilidade de cálculo aditivo suportada por relações numéricas
| Resumo: | Este artigo tem como objetivo discutir o modo como alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico desenvolvem a flexibilidade de cálculo aditivo, interligando-a com a evolução na construção do conceito de número. São apresentadas duas tarefas, uma explorada numa turma do 1.º ano e outra no 2.º ano na mesma turma, com a mesma professora. Os dados foram recolhidos através da observação participante, apoiada pela videogravação e posterior transcrição das atividades desenvolvidas. Na análise de dados procura-se compreender como é que os alunos abordam cada uma das situações de modo a resolverem o problema e como isso está interligado com o seu desenvolvimento concetual e a flexibilidade de cálculo aditivo. Nas duas turmas, os alunos começaram por explorar as tarefas autonomamente, seguindo-se um momento de discussão coletiva. Os dados evidenciam evolução na flexibilidade de cálculo dos alunos interligada com o seu desenvolvimento concetual. Os alunos estabelecem relações numéricas, nomeadamente fazendo múltiplas decomposições do 13, no 1.º ano, e usando factos numéricos conhecidos para deduzir valores desconhecidos, no 2.º ano. |
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| Autores principais: | Rodrigues, Margarida |
| Outros Autores: | Serrazina, Maria De Lurdes |
| Assunto: | Flexibilidade de cálculo aditivo Relações numéricas Desenvolvimento concetual Primeiros anos Additive calculation flexibility Number relations Conceptual development Early years |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | Este artigo tem como objetivo discutir o modo como alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico desenvolvem a flexibilidade de cálculo aditivo, interligando-a com a evolução na construção do conceito de número. São apresentadas duas tarefas, uma explorada numa turma do 1.º ano e outra no 2.º ano na mesma turma, com a mesma professora. Os dados foram recolhidos através da observação participante, apoiada pela videogravação e posterior transcrição das atividades desenvolvidas. Na análise de dados procura-se compreender como é que os alunos abordam cada uma das situações de modo a resolverem o problema e como isso está interligado com o seu desenvolvimento concetual e a flexibilidade de cálculo aditivo. Nas duas turmas, os alunos começaram por explorar as tarefas autonomamente, seguindo-se um momento de discussão coletiva. Os dados evidenciam evolução na flexibilidade de cálculo dos alunos interligada com o seu desenvolvimento concetual. Os alunos estabelecem relações numéricas, nomeadamente fazendo múltiplas decomposições do 13, no 1.º ano, e usando factos numéricos conhecidos para deduzir valores desconhecidos, no 2.º ano. |
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