Publicação
Questões de género nas estruturas hierárquicas do jornalismo televisivo: o caso da SIC
| Resumo: | O presente relatório de estágio foi elaborado no âmbito do Mestrado em Jornalismo, da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa, com vista à obtenção do grau de mestre. Assim sendo, este documento dá conta do meu percurso de estágio realizado na Sociedade Independente de Comunicação (SIC), iniciado a 10 de Dezembro de 2012 e terminado a 10 de Junho de 2013. Tendo em conta as questões de género como base fundamental de todo este trabalho, tentei verificar a existência da desigualdade entre homens e mulheres na SIC, nomeadamente analisando o acesso das mulheres a lugares de chefia. Posto isto, a principal conclusão verificada foi que, de facto, existem mais mulheres jornalistas do que homens; contudo, não é possível falar-se de discriminação entre sexos, apesar de se confirmar que, socialmente e dentro da empresa, há tendência para se pensar de maneira diferente em relação a cada um dos géneros. |
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| Autores principais: | Marques, Diana Catarina de Freitas |
| Assunto: | SIC - Sociedade Independente de Comunicação Jornalismo televisivo Questões de género Feminismo Gender issues Journalism Feminism |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | O presente relatório de estágio foi elaborado no âmbito do Mestrado em Jornalismo, da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa, com vista à obtenção do grau de mestre. Assim sendo, este documento dá conta do meu percurso de estágio realizado na Sociedade Independente de Comunicação (SIC), iniciado a 10 de Dezembro de 2012 e terminado a 10 de Junho de 2013. Tendo em conta as questões de género como base fundamental de todo este trabalho, tentei verificar a existência da desigualdade entre homens e mulheres na SIC, nomeadamente analisando o acesso das mulheres a lugares de chefia. Posto isto, a principal conclusão verificada foi que, de facto, existem mais mulheres jornalistas do que homens; contudo, não é possível falar-se de discriminação entre sexos, apesar de se confirmar que, socialmente e dentro da empresa, há tendência para se pensar de maneira diferente em relação a cada um dos géneros. |
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