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Métricas de criação de valor: Economic Value Added (EVA), Cash Value Added (CVA) e Market Value Added (MVA)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As organizações diferem entre si pelas motivações e razões por que são criadas. Enquanto as empresas existem para criar valor para os acionistas, focalizando-se em objetivos e performances financeiras, as outras organizações têm objetivos de caráter social e por isso rejeitam para segundo plano os objetivos financeiros. Torna-se necessário que cada empresa identifique os indicadores líderes do processo de criação de valor, os quais Rappaport (1998) define como indicadores mensuráveis e fáceis de comunicar, com impacto significativo no valor do negócio a longo prazo (satisfação do cliente, melhoria de qualidade, lançamento atempado de novos produtos, taxas de retenção de clientes, aumentos de produtividade, etc.). No entanto, a partir do final dos anos 80, a gestão orientada para a criação de valor para os acionistas segundo Copeland et al. (1994) tem vindo a progredir uma vez que estes são o único constituinte da empresa e maximizam o direito de todos os outros. Sendo assim, o presente estudo teve como objetivo verificar se existe um comportamento idêntico das métricas EVA, CVA e MVA de acordo com a organização ou horizonte temporal estudado. O objeto de estudo é uma empresa de Sociedade de Investimento e Gestão cujo horizonte temporal está compreendido entre 2013 e 2017. Os dados foram obtidos através da análise dos relatórios e contas consolidados da empresa. O CVA foi a única métrica que demonstrou ter existido criação de valor no horizonte temporal indicado e para a empresa estudada, enquanto que as restantes métricas demonstraram ter existido destruição de valor.
Autores principais:Nascimento, Syndhia da Graça Lopes
Assunto:Criação de valor Gestão baseada no valor EVA CVA MVA Creation value Value based management,
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:As organizações diferem entre si pelas motivações e razões por que são criadas. Enquanto as empresas existem para criar valor para os acionistas, focalizando-se em objetivos e performances financeiras, as outras organizações têm objetivos de caráter social e por isso rejeitam para segundo plano os objetivos financeiros. Torna-se necessário que cada empresa identifique os indicadores líderes do processo de criação de valor, os quais Rappaport (1998) define como indicadores mensuráveis e fáceis de comunicar, com impacto significativo no valor do negócio a longo prazo (satisfação do cliente, melhoria de qualidade, lançamento atempado de novos produtos, taxas de retenção de clientes, aumentos de produtividade, etc.). No entanto, a partir do final dos anos 80, a gestão orientada para a criação de valor para os acionistas segundo Copeland et al. (1994) tem vindo a progredir uma vez que estes são o único constituinte da empresa e maximizam o direito de todos os outros. Sendo assim, o presente estudo teve como objetivo verificar se existe um comportamento idêntico das métricas EVA, CVA e MVA de acordo com a organização ou horizonte temporal estudado. O objeto de estudo é uma empresa de Sociedade de Investimento e Gestão cujo horizonte temporal está compreendido entre 2013 e 2017. Os dados foram obtidos através da análise dos relatórios e contas consolidados da empresa. O CVA foi a única métrica que demonstrou ter existido criação de valor no horizonte temporal indicado e para a empresa estudada, enquanto que as restantes métricas demonstraram ter existido destruição de valor.