Publicação
Catando vidas no lixo: o caso de uma cooperativa de trabalho de reciclagem em Santa Maria-DF, Brasil
| Resumo: | Tomando como objeto de estudo o caso de uma cooperativa de trabalho de reciclagem em Santa Maria-DF, foram trabalhadas algumas dimensões profissionais e pessoais da vida de catadores e catadoras, tendo como objetivo conhecer as suas perspetivas sobre as condições profissionais, pessoais e sociais enquanto profissionais da catação de resíduos sólidos organizados em cooperativa de trabalho de reciclagem, identificando quais as suas principais dificuldades, constrangimentos e necessidades e procurando conhecer de que forma o movimento cooperativista de trabalho de reciclagem contribui para o possível desenvolvimento dos seus processos de inclusão social. Do ponto de vista metodológico e técnico optou-se por uma abordagem qualitativa, com a realização de entrevistas e o desenvolvimento de observação. Foi possível perceber que os catadores/as não estão socialmente inseridos, carecem de educação, saúde, renda, laboram em precárias condições de trabalho, correspondem a um grupo altamente vulnerável, em que pese o cooperativismo de trabalho, via cooperativa de reciclagem proporcionar o emprego na catação tal pode considerar-se como a face perversa da inclusão. |
|---|---|
| Autores principais: | Gomes, Renato |
| Outros Autores: | Silva, Perpétua |
| Assunto: | catador de recicláveis inclusão/exclusão social trabalho precário recyclable waste picker social inclusion/exclusion precarious work |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Santarém |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém |
| Resumo: | Tomando como objeto de estudo o caso de uma cooperativa de trabalho de reciclagem em Santa Maria-DF, foram trabalhadas algumas dimensões profissionais e pessoais da vida de catadores e catadoras, tendo como objetivo conhecer as suas perspetivas sobre as condições profissionais, pessoais e sociais enquanto profissionais da catação de resíduos sólidos organizados em cooperativa de trabalho de reciclagem, identificando quais as suas principais dificuldades, constrangimentos e necessidades e procurando conhecer de que forma o movimento cooperativista de trabalho de reciclagem contribui para o possível desenvolvimento dos seus processos de inclusão social. Do ponto de vista metodológico e técnico optou-se por uma abordagem qualitativa, com a realização de entrevistas e o desenvolvimento de observação. Foi possível perceber que os catadores/as não estão socialmente inseridos, carecem de educação, saúde, renda, laboram em precárias condições de trabalho, correspondem a um grupo altamente vulnerável, em que pese o cooperativismo de trabalho, via cooperativa de reciclagem proporcionar o emprego na catação tal pode considerar-se como a face perversa da inclusão. |
|---|