Publicação
Avaliação do regime hídrico na produtividade e qualidade do tomate de indústria
| Resumo: | A boa utilização do recurso água é determinante para a competitividade de muitos sistemas agrícolas, nas condições de solo e clima de Portugal. O controlo da rega no final da cultura do tomate e uma adequada distribuição da água ao longo do seu ciclo tem uma ação fundamental no desenvolvimento da planta, na produção final, na qualidade dos frutos e na ocorrência de doenças e pragas. Esta estratégia minimiza ainda o apodrecimento de frutos, em razão da menor incidência de doenças. O trabalho desenvolvido em dois campos experimentais (Regossolo, em Marinhais e Aluviossolo, em Salvaterra de Magos) incidiu na avaliação da resposta do tomate de indústria a dois regimes hídricos D0 (regime hídrico do produtor) e D1 (regime de menor dotação estabelecido cerca de 30 dias antes da colheita). Em ambos os locais foi efetuada a monitorização da água do solo através de sondas capacitivas e da dotação de rega através de caudalimetros. Os ensaios foram instalados em parcelas totalmente casualizadas, com 3 repetições por tratamento. Observou-se um menor teor de água residual no solo dos tratamentos D1; esta situação implicou um menor consumo de água neste tratamento, relativamente à testemunha, D0. No regime de menor dotação (D1), verificou-se um comportamento diferente em função do tipo de solo. O número de frutos por ha foi inferior no tratamento D1, relativamente a D0. Os resultados não permitem afirmar que a redução do regime hídrico em D1 tenha afetado significativamente a produção comercial. Verificou-se, para os dois locais de ensaio, uma maior concentração da maturação em D1, pela maior percentagem de frutos vermelhos no total de frutos da planta. |
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| Autores principais: | Gregório, João Paulo Cunha |
| Assunto: | Tomate Lycopersicon esculentum Regime hídrico Concentração de maturação Produtividade Número de frutos Water regime concentration of ripening Productivity numbers of fruits |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Santarém |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém |
| Resumo: | A boa utilização do recurso água é determinante para a competitividade de muitos sistemas agrícolas, nas condições de solo e clima de Portugal. O controlo da rega no final da cultura do tomate e uma adequada distribuição da água ao longo do seu ciclo tem uma ação fundamental no desenvolvimento da planta, na produção final, na qualidade dos frutos e na ocorrência de doenças e pragas. Esta estratégia minimiza ainda o apodrecimento de frutos, em razão da menor incidência de doenças. O trabalho desenvolvido em dois campos experimentais (Regossolo, em Marinhais e Aluviossolo, em Salvaterra de Magos) incidiu na avaliação da resposta do tomate de indústria a dois regimes hídricos D0 (regime hídrico do produtor) e D1 (regime de menor dotação estabelecido cerca de 30 dias antes da colheita). Em ambos os locais foi efetuada a monitorização da água do solo através de sondas capacitivas e da dotação de rega através de caudalimetros. Os ensaios foram instalados em parcelas totalmente casualizadas, com 3 repetições por tratamento. Observou-se um menor teor de água residual no solo dos tratamentos D1; esta situação implicou um menor consumo de água neste tratamento, relativamente à testemunha, D0. No regime de menor dotação (D1), verificou-se um comportamento diferente em função do tipo de solo. O número de frutos por ha foi inferior no tratamento D1, relativamente a D0. Os resultados não permitem afirmar que a redução do regime hídrico em D1 tenha afetado significativamente a produção comercial. Verificou-se, para os dois locais de ensaio, uma maior concentração da maturação em D1, pela maior percentagem de frutos vermelhos no total de frutos da planta. |
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