Publicação
Literacia Digital para o Mercado de Trabalho: formação inclusiva no ensino superior
| Resumo: | Entender o termo “inclusão” é um desafio da atualidade. A sociedade contemporânea assume uma diversidade de definições de forma a clarificar os vários aspetos que constituem este domínio. Isto, na tentativa de corresponder à globalidade que o conceito de inclusão acarreta. No entanto, aplicar “inclusão” num contexto real e de forma efetiva, especificamente, inclusão social e digital para estudantes com dificuldades intelectuais, é um verdadeiro desafio pois, além de obrigar a uma mudança de paradigma no contexto em que a experiência se insere, acresce um sentido de responsabilidade e de adaptabilidade nas instituições e nos recursos humanos que nelas desempenham a sua profissão. Neste caso, trata-se da criação de um modelo único em Portugal de formação no ensino superior, para capacitar estudantes com dificuldades intelectuais que queiram prosseguir os seus estudos, melhorar as suas competências sociais, profissionais e digitais e, acima de tudo, potenciar em si um conjunto de competências, atitudes e comportamentos essenciais para a sua inclusão social e laboral no mercado de trabalho. Mais se acrescenta que este modelo só é possível com a junção da educação formal e académica à componente não-formal e da educação informal de cada estudante. Queremos com isto dizer que é preciso garantir que este modelo de formação seja totalmente adaptado às necessidades sociais, pedagógicas e emocionais de cada estudante, sendo fundamental situar e compreender a importância de dois agentes envolvidos neste processo: (i) as famílias, que são o ponto de partida para a motivação deste público-alvo e (ii) os voluntários, que são desde stakeholders, técnicos a formadores e outros estudantes. |
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| Autores principais: | Barbas, Maria Potes |
| Outros Autores: | Matos, Pedro; Novo, Cristina; Luís, Helena; Lopes, Nádia; José, Mário |
| Assunto: | literacia digital inclusão social inclusão digital formação ensino superior |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Santarém |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém |
| Resumo: | Entender o termo “inclusão” é um desafio da atualidade. A sociedade contemporânea assume uma diversidade de definições de forma a clarificar os vários aspetos que constituem este domínio. Isto, na tentativa de corresponder à globalidade que o conceito de inclusão acarreta. No entanto, aplicar “inclusão” num contexto real e de forma efetiva, especificamente, inclusão social e digital para estudantes com dificuldades intelectuais, é um verdadeiro desafio pois, além de obrigar a uma mudança de paradigma no contexto em que a experiência se insere, acresce um sentido de responsabilidade e de adaptabilidade nas instituições e nos recursos humanos que nelas desempenham a sua profissão. Neste caso, trata-se da criação de um modelo único em Portugal de formação no ensino superior, para capacitar estudantes com dificuldades intelectuais que queiram prosseguir os seus estudos, melhorar as suas competências sociais, profissionais e digitais e, acima de tudo, potenciar em si um conjunto de competências, atitudes e comportamentos essenciais para a sua inclusão social e laboral no mercado de trabalho. Mais se acrescenta que este modelo só é possível com a junção da educação formal e académica à componente não-formal e da educação informal de cada estudante. Queremos com isto dizer que é preciso garantir que este modelo de formação seja totalmente adaptado às necessidades sociais, pedagógicas e emocionais de cada estudante, sendo fundamental situar e compreender a importância de dois agentes envolvidos neste processo: (i) as famílias, que são o ponto de partida para a motivação deste público-alvo e (ii) os voluntários, que são desde stakeholders, técnicos a formadores e outros estudantes. |
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