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Atractividade: escolha da razão cintura anca entre crianças portuguesas do meio rural e urbano

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A razão cintura-anca (RCA) é uma medida de atratividade. Com este estudo pretendemos explorar em crianças a influência da origem geográfica na sua perceção de atratividade. Com idades compreendidas entre os 7 e os 15 anos, observaram 7 silhuetas manipuladas na largura da anca, apontando a que consideravam a mais bonita, para o seu género e para o oposto. As crianças de 7 anos selecionaram silhuetas mais magras como as mais bonitas/ atraentes; e, com a idade, ocorreu uma diferenciação progressiva entre géneros. Por origem geográfica, nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os géneros; exceto nas crianças rurais para o género feminino, com as meninas a escolher uma RCA menor. As crianças de origem metropolitana não diferenciaram RCA entre géneros, mas situam-no numa proporção de corpo saudável. As crianças de origem não metropolitana escolheram uma RCA significativamente inferior para o género feminino, e uma RCA próxima de 0,9 para o género masculino. Talvez, uma menor diferença nos papéis de género possa explicar os resultados das crianças metropolitanas.
Autores principais:Catela, David
Outros Autores:Seabra, Ana Paula
Assunto:atratividade crianças género geografia razão cintura-anca attractiveness children gender geography waist-hip ratio
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Santarém
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém
Descrição
Resumo:A razão cintura-anca (RCA) é uma medida de atratividade. Com este estudo pretendemos explorar em crianças a influência da origem geográfica na sua perceção de atratividade. Com idades compreendidas entre os 7 e os 15 anos, observaram 7 silhuetas manipuladas na largura da anca, apontando a que consideravam a mais bonita, para o seu género e para o oposto. As crianças de 7 anos selecionaram silhuetas mais magras como as mais bonitas/ atraentes; e, com a idade, ocorreu uma diferenciação progressiva entre géneros. Por origem geográfica, nenhuma diferença significativa foi encontrada entre os géneros; exceto nas crianças rurais para o género feminino, com as meninas a escolher uma RCA menor. As crianças de origem metropolitana não diferenciaram RCA entre géneros, mas situam-no numa proporção de corpo saudável. As crianças de origem não metropolitana escolheram uma RCA significativamente inferior para o género feminino, e uma RCA próxima de 0,9 para o género masculino. Talvez, uma menor diferença nos papéis de género possa explicar os resultados das crianças metropolitanas.