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Validação da subjetive happiness scale (shs) e influência da atividade física sobre a felicidade dos idosos portugueses

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo objetivou validar a versão portuguesa da Subjetive Happiness Scale (SHS) para a população idosa portuguesa através de uma análise fatorial confirmatória, e verificar de que modo a felicidade subjetiva se faz diferenciar entre idosos fisicamente ativos e inativos. Participaram neste estudo, 309 idosos (242 género feminino, 67 género masculino), com idades compreendidas entre os 60 e os 90 anos (M = 68.59; DP = 6.60). Os resultados obtidos revelaram um ajustamento muito satisfatório do modelo original da SHS : χ² = .26; p = .87; df = 2; SRMR = .006; TLI = .98; CFI = .99; RMSEA = .00, o que nos leva a concluir que a versão portuguesa da SHS pode ser utilizada com elevada confiança na avaliação da felicidade subjetiva na população idosa. Verificou-se ainda, através do estudo das diferenças, que os idosos ativos possuem maior perceção de felicidade relativamente aos inativos.
Autores principais:Couto, Nuno
Outros Autores:Antunes, Raul; Monteiro, Diogo; Vitorino, Anabela; Moutão, João; Marinho, Daniel; Cid, Luis
Assunto:felicidade subjetiva análise fatorial confirmatória bem-estar população idosa subjective happiness confirmatory factorial analysis well-being elderly felicidad subjetiva análisis factorial confirmatório bienestar ancianos
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Santarém
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém
Descrição
Resumo:Este estudo objetivou validar a versão portuguesa da Subjetive Happiness Scale (SHS) para a população idosa portuguesa através de uma análise fatorial confirmatória, e verificar de que modo a felicidade subjetiva se faz diferenciar entre idosos fisicamente ativos e inativos. Participaram neste estudo, 309 idosos (242 género feminino, 67 género masculino), com idades compreendidas entre os 60 e os 90 anos (M = 68.59; DP = 6.60). Os resultados obtidos revelaram um ajustamento muito satisfatório do modelo original da SHS : χ² = .26; p = .87; df = 2; SRMR = .006; TLI = .98; CFI = .99; RMSEA = .00, o que nos leva a concluir que a versão portuguesa da SHS pode ser utilizada com elevada confiança na avaliação da felicidade subjetiva na população idosa. Verificou-se ainda, através do estudo das diferenças, que os idosos ativos possuem maior perceção de felicidade relativamente aos inativos.