Publicação
Impressões em jeito de comemoração: os 90 anos da publicação de As Ilhas Desconhecidas- Notas e paisagens de Raul Brandão
| Resumo: | Impressões em jeito de comemoração: os 90 anos da publicação de As Ilhas Desconhecidas- Notas e paisagens de Raúl Brandão Com o intuito de recordar os noventa anos da publicação do livro de Raúl Brandão As Ilhas Desconhecidas - Notas e paisagens (1926), evocamos este admirável livro de viagens que transforma a impressionante geografia das ilhas portuguesas numa admirável e assombrosa geografia metafísica. Escrevendo ao jeito impressionista de quem pinta, Raúl Brandão esquissa de forma deslumbrante as paisagens e a natureza dos arquipélagos da Madeira e dos Açores, compelindo-nos a pensar sobre as condições de vida de Portugal e das ilhas do início das primeiras décadas do século XX. Entre o “esplendor da luz” e o “abismo negro da dor”, o autor reflete sobre a luta pela sobrevivência e a fragilidade e efemeridade da Vida: “palpo a fragilidade dos nossos atos, sinto a tristeza da vida efémera” (Brandão, 2011: 83). |
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| Autores principais: | Sardo, Anabela |
| Outros Autores: | Costa Lopes, Ana Maria |
| Assunto: | Raúl Brandão; As Ilhas Desconhecidas, Notas e Paisagens (1926); literatura de viagem |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu |
| Resumo: | Impressões em jeito de comemoração: os 90 anos da publicação de As Ilhas Desconhecidas- Notas e paisagens de Raúl Brandão Com o intuito de recordar os noventa anos da publicação do livro de Raúl Brandão As Ilhas Desconhecidas - Notas e paisagens (1926), evocamos este admirável livro de viagens que transforma a impressionante geografia das ilhas portuguesas numa admirável e assombrosa geografia metafísica. Escrevendo ao jeito impressionista de quem pinta, Raúl Brandão esquissa de forma deslumbrante as paisagens e a natureza dos arquipélagos da Madeira e dos Açores, compelindo-nos a pensar sobre as condições de vida de Portugal e das ilhas do início das primeiras décadas do século XX. Entre o “esplendor da luz” e o “abismo negro da dor”, o autor reflete sobre a luta pela sobrevivência e a fragilidade e efemeridade da Vida: “palpo a fragilidade dos nossos atos, sinto a tristeza da vida efémera” (Brandão, 2011: 83). |
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