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Factores determinantes da sexualidade do indivíduo com espondilartrite anquilosante

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: As doenças reumáticas são cada vez mais frequentes, constituindo um importante problema social e económico. Contudo, existem poucos estudos em Portugal, sobre o impacto da espondilartrite anquilosante na sexualidade dos indivíduos. Objectivo: Analisar o comportamento sexual do indivíduo com espondilartrite anquilosante e identificar as variáveis que interferem no mesmo. Metodologia: A investigação realizada insere-se no âmbito do estudo quantitativo, do tipo descritivo. Os dados foram colhidos numa amostra de 60 sócios da Associação Nacional de Espondilartrite Anquilosante (ANEA), com espondilartrite Anquilosante, dos quais 48 homens e 12 mulheres. O instrumento de colheita de dados aplicado integra, questões de caracterização sociodemográfica e clinica, a Escala numérica da dor, o Índice de actividade da doença (BASDAI), o Índice de incapacidade funcional (BASFI), Escala hospitalar de ansiedade e depressão (HADS), Escala de Auto-Estima Global para Adultos de Rosenberg, Índice internacional da função eréctil (IIEF), Índice de Função Sexual Feminina (FSFI) e Escala de Ajustamento Diádico (DAS). Resultados: O Índice de função eréctil dos homens é influenciado por factores determinantes como a Idade, a Incapacidade funcional, a Depressão e a Ansiedade, a Auto-estima Global, e o Ajustamento Diádico. O índice de funcionamento feminino é influenciado por factores determinantes como a Dor durante a Noite e o Ajustamento Diádico. Conclusões: A gestão da doença e o seu impacto no comportamento sexual deve ser direccionada não apenas á sua influência a nível físico, mas também tendo em consideração o estado psicológico do individuo. Nesse sentido, devem ser implementadas estratégias de intervenção que promovam a saúde e o bem-estar do individuo com espondilartrite anquilosante. Palavras-chave: espondilartrite anquilosante, factores determinantes, índice de funcionamento feminino, índice de função eréctil.
Autores principais:Gonçalves, Andreia Filipa Almeida
Outros Autores:Moreira, Maria Helena Encarnação, orient.
Assunto:Causalidade Disfunção sexual, fisiológica Disfunção sexual, psicológica Espondilartrite Espondilite anquilosante Sexualidade Causality Diagnosis Sexual dysfunction, physiological Sexual dysfunction, psychological Sexuality Spondylarthritis Spondylitis, ankylosing Therapeutics
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:Introdução: As doenças reumáticas são cada vez mais frequentes, constituindo um importante problema social e económico. Contudo, existem poucos estudos em Portugal, sobre o impacto da espondilartrite anquilosante na sexualidade dos indivíduos. Objectivo: Analisar o comportamento sexual do indivíduo com espondilartrite anquilosante e identificar as variáveis que interferem no mesmo. Metodologia: A investigação realizada insere-se no âmbito do estudo quantitativo, do tipo descritivo. Os dados foram colhidos numa amostra de 60 sócios da Associação Nacional de Espondilartrite Anquilosante (ANEA), com espondilartrite Anquilosante, dos quais 48 homens e 12 mulheres. O instrumento de colheita de dados aplicado integra, questões de caracterização sociodemográfica e clinica, a Escala numérica da dor, o Índice de actividade da doença (BASDAI), o Índice de incapacidade funcional (BASFI), Escala hospitalar de ansiedade e depressão (HADS), Escala de Auto-Estima Global para Adultos de Rosenberg, Índice internacional da função eréctil (IIEF), Índice de Função Sexual Feminina (FSFI) e Escala de Ajustamento Diádico (DAS). Resultados: O Índice de função eréctil dos homens é influenciado por factores determinantes como a Idade, a Incapacidade funcional, a Depressão e a Ansiedade, a Auto-estima Global, e o Ajustamento Diádico. O índice de funcionamento feminino é influenciado por factores determinantes como a Dor durante a Noite e o Ajustamento Diádico. Conclusões: A gestão da doença e o seu impacto no comportamento sexual deve ser direccionada não apenas á sua influência a nível físico, mas também tendo em consideração o estado psicológico do individuo. Nesse sentido, devem ser implementadas estratégias de intervenção que promovam a saúde e o bem-estar do individuo com espondilartrite anquilosante. Palavras-chave: espondilartrite anquilosante, factores determinantes, índice de funcionamento feminino, índice de função eréctil.