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Stresse na Profissão Docente: Um Estudo Exploratório numa Escola Secundária

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste estudo procurou verificar-se a existência de fontes de stresse nos docentes de uma escola secundária e proporcionar uma reflexão acerca das estratégias utilizadas para prevenir ou combater situações de stresse ocupacional. Após a aplicação do Questionário Sociodemográfico, elaborado pelos autores deste estudo, e da Escala Portuguesa de Stresse Ocupacional – versão para Docência – EPSO-D, de Mota Cardoso et al., 2002, a 80 docentes, a análise dos resultados permite concluir a existência de stresse ocupacional, aproximando-se os valores obtidos aos da média da população portuguesa encontrados por Mota-Cardoso e colaboradores (2002). Consideram-se inovadores e pertinentes os resultados encontrados relativamente às variáveis „gosto pela cidade em que trabalha‟, „mudanças de local de trabalho‟ e „docência em cursos profissionais ou, simultaneamente, em cursos profissionais e científico-humanísticos‟, visto que influenciam os níveis de stresse.
Autores principais:Martins, Cláudia Rafaela Costa
Outros Autores:Violante, Emanuel Marques; Gato, Filomena de Jesus Oleiro Torres
Assunto:docentes stresse ocupacional estratégias de coping occupational stress teachers coping strategies
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:Neste estudo procurou verificar-se a existência de fontes de stresse nos docentes de uma escola secundária e proporcionar uma reflexão acerca das estratégias utilizadas para prevenir ou combater situações de stresse ocupacional. Após a aplicação do Questionário Sociodemográfico, elaborado pelos autores deste estudo, e da Escala Portuguesa de Stresse Ocupacional – versão para Docência – EPSO-D, de Mota Cardoso et al., 2002, a 80 docentes, a análise dos resultados permite concluir a existência de stresse ocupacional, aproximando-se os valores obtidos aos da média da população portuguesa encontrados por Mota-Cardoso e colaboradores (2002). Consideram-se inovadores e pertinentes os resultados encontrados relativamente às variáveis „gosto pela cidade em que trabalha‟, „mudanças de local de trabalho‟ e „docência em cursos profissionais ou, simultaneamente, em cursos profissionais e científico-humanísticos‟, visto que influenciam os níveis de stresse.