Publicação
Qualidade de vida percebida pelas crianças, adolescentes e seus pais
| Resumo: | Enquadramento: O impacto da qualidade de vida das crianças e adolescentes repercute-se no seu desenvolvimento enquanto adulto pelo que importa intervir o mais precocemente possível na sua promoção. Questões de investigação: Qual a qualidade de vida percebida pelas crianças/adolescentes e seus pais? Em que medida a qualidade de vida se relaciona com as variáveis sociodemográficas (idade, sexo e ano de escolaridade). Objetivos: Caraterizar o nível de qualidade de vida das crianças e adolescentes em contexto escolar e comparar a sua perspetiva com a dos seus pais. Métodos: Estudo quantitativo, descritivo e correlacional, numa amostra não probabilística e de conveniência, constituída por crianças e adolescentes. Utilizamos um questionário (Ad hoc) com questões de caraterização sociodemográficas e uma escala de faces da qualidade de vida. Foram cumpridos todos os procedimentos éticos na salvaguarda do consentimento informado dos pais, anonimização dos respondentes e solicitada autorização à Direção Geral de Educação. Resultados: Inquirimos 567 crianças/adolescentes com idade média de 12,40 anos (±1,591), sendo 50,6% do sexo feminino. Responderam 592 pais ao questionário (versão pais), com idade média de 40,43 (±2,586), sendo 84,8% do sexo feminino. Apuramos que 97.9% das crianças/adolescentes apontam boa qualidade de vida e 2.1% má, com valor médio de 8.45 (±1.55). Os valores referidos pelos pais são semelhantes (M=8.30±1.5), não se verificando significância estatística. Conclusões: As perceções subjectivas da qualidade de vida constituem dados importantes para a promoção da saúde e são indicadores relevantes na área da saúde pública. Embora os nossos dados revelem boa qualidade de vida, propõe-se uma intervenção na escola com abordagem dos factores promotores da saúde mental e de desenvolvimento. Palavras-chave: crianças; adolescentes; qualidade de vida; educação; pais. |
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| Autores principais: | Almeida, Rui Manuel Miranda de |
| Assunto: | Adolescente Atitude Criança Pais Qualidade de vida Saúde da criança Saúde mental Adolescent Attitude Child Child health Mental health Parents Quality of life |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu |
| Resumo: | Enquadramento: O impacto da qualidade de vida das crianças e adolescentes repercute-se no seu desenvolvimento enquanto adulto pelo que importa intervir o mais precocemente possível na sua promoção. Questões de investigação: Qual a qualidade de vida percebida pelas crianças/adolescentes e seus pais? Em que medida a qualidade de vida se relaciona com as variáveis sociodemográficas (idade, sexo e ano de escolaridade). Objetivos: Caraterizar o nível de qualidade de vida das crianças e adolescentes em contexto escolar e comparar a sua perspetiva com a dos seus pais. Métodos: Estudo quantitativo, descritivo e correlacional, numa amostra não probabilística e de conveniência, constituída por crianças e adolescentes. Utilizamos um questionário (Ad hoc) com questões de caraterização sociodemográficas e uma escala de faces da qualidade de vida. Foram cumpridos todos os procedimentos éticos na salvaguarda do consentimento informado dos pais, anonimização dos respondentes e solicitada autorização à Direção Geral de Educação. Resultados: Inquirimos 567 crianças/adolescentes com idade média de 12,40 anos (±1,591), sendo 50,6% do sexo feminino. Responderam 592 pais ao questionário (versão pais), com idade média de 40,43 (±2,586), sendo 84,8% do sexo feminino. Apuramos que 97.9% das crianças/adolescentes apontam boa qualidade de vida e 2.1% má, com valor médio de 8.45 (±1.55). Os valores referidos pelos pais são semelhantes (M=8.30±1.5), não se verificando significância estatística. Conclusões: As perceções subjectivas da qualidade de vida constituem dados importantes para a promoção da saúde e são indicadores relevantes na área da saúde pública. Embora os nossos dados revelem boa qualidade de vida, propõe-se uma intervenção na escola com abordagem dos factores promotores da saúde mental e de desenvolvimento. Palavras-chave: crianças; adolescentes; qualidade de vida; educação; pais. |
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