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Contributo dos Interlocutores nas Atitudes dos Alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico face à Sexualidade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Enquadramento: Tratar de educação sexual, para além da atualidade do tema, prende-se, sobretudo, com a necessidade de uma abordagem que leve à adoção de atitudes favoráveis face à sexualidade e a comportamentos saudáveis por parte dos adolescentes. Objetivos: Identificar as preferências dos alunos na escolha dos interlocutores em assuntos de sexualidade, bem como analisar a relação com as atitudes face à sexualidade dos alunos do 3º ciclo do ensino básico. Métodos: O estudo realizado é de natureza quantitativa, descritivo-correlacional e transversal. Amostra não probabilística, por conveniência, de 545 alunos (262 rapazes e 283 raparigas), idade média de 13,95 anos (Dp= 1,25), maioritariamente residentes na aldeia (53,1%) e a frequentar o 3º ciclo do ensino básico nas escolas do Concelho de Tabuaço e Fundão. Foi aplicado um questionário visando a caracterização sociodemográfica da amostra, o conhecimento das suas vivências da sexualidade; foi, ainda, aplicada a Escala de atitudes face à sexualidade em adolescentes (Nelas, Fernandes, Ferreira, Duarte & Chaves, 2010). Resultados: Da amostra global de alunos, os principais interlocutores da sexualidade são os amigos (59,8%), seguido da mãe (40,9%), pai (16,1%), namorado/a (14,7%), irmãos (13,8%), professores (12,5%), e, por último, do médico/enfermeiro (4,6%). A mãe influencia significativamente e favoravelmente as atitudes face à sexualidade (p=0,006) e, no reverso, os irmãos influenciam de forma significativa e desfavoravelmente as atitudes face à sexualidade (p=0,050). Conclusão: Este estudo sugere que o papel da figura materna e dos irmãos está diretamente relacionado com as atitudes face à sexualidade dos alunos do 3ºciclo do ensino básico e que aqueles têm uma importância essencial na avaliação que estes fazem da sexualidade.
Autores principais:Teixeira, Daniela
Outros Autores:Nelas, Paula; Aparício, Graça; Duarte, João Carvalho
Assunto:Alunos Atitudes Interlocutores Educação sexual Students Sexual education Attitudes Interlocutors
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:Resumo Enquadramento: Tratar de educação sexual, para além da atualidade do tema, prende-se, sobretudo, com a necessidade de uma abordagem que leve à adoção de atitudes favoráveis face à sexualidade e a comportamentos saudáveis por parte dos adolescentes. Objetivos: Identificar as preferências dos alunos na escolha dos interlocutores em assuntos de sexualidade, bem como analisar a relação com as atitudes face à sexualidade dos alunos do 3º ciclo do ensino básico. Métodos: O estudo realizado é de natureza quantitativa, descritivo-correlacional e transversal. Amostra não probabilística, por conveniência, de 545 alunos (262 rapazes e 283 raparigas), idade média de 13,95 anos (Dp= 1,25), maioritariamente residentes na aldeia (53,1%) e a frequentar o 3º ciclo do ensino básico nas escolas do Concelho de Tabuaço e Fundão. Foi aplicado um questionário visando a caracterização sociodemográfica da amostra, o conhecimento das suas vivências da sexualidade; foi, ainda, aplicada a Escala de atitudes face à sexualidade em adolescentes (Nelas, Fernandes, Ferreira, Duarte & Chaves, 2010). Resultados: Da amostra global de alunos, os principais interlocutores da sexualidade são os amigos (59,8%), seguido da mãe (40,9%), pai (16,1%), namorado/a (14,7%), irmãos (13,8%), professores (12,5%), e, por último, do médico/enfermeiro (4,6%). A mãe influencia significativamente e favoravelmente as atitudes face à sexualidade (p=0,006) e, no reverso, os irmãos influenciam de forma significativa e desfavoravelmente as atitudes face à sexualidade (p=0,050). Conclusão: Este estudo sugere que o papel da figura materna e dos irmãos está diretamente relacionado com as atitudes face à sexualidade dos alunos do 3ºciclo do ensino básico e que aqueles têm uma importância essencial na avaliação que estes fazem da sexualidade.