Publicação
Criança institucionalizada: das consequências dos maus-tratos à intervenção.
| Resumo: | Procura-se, neste trabalho, pensar as consequências dos maus-tratos no desenvolvimento e saúde mental das crianças e jovens institucionalizados. Exploram-se as diversas manifestações de sintomatologia psicopatológica que poderão decorrer dos maus-tratos, refletindo-se, também, acerca das situações em que o sofrimento da criança parece encapsulado numa reação de choque, que inibe a expressão sintomática aberta no imediato, atirando-a para o médio ou longo prazo. Aborda-se a intervenção e a necessidade da Instituição se afigurar como uma fonte de novos modelos e padrões relacionais. Enfatiza-se, neste sentido, a importância da capacidade reflexiva da Instituição no que concerne às reações e contrarreações emocionais que a criança desperta em cada um dos técnicos e na Instituição como um todo. Reflete-se, ainda, acerca da importância de uma avaliação psicológica cuidada, que possa fornecer coordenadas claras para a intervenção psicológica e/ou psicofarmacológica, assim como para a gestão das atividades lúdicas e pedagógicas. |
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| Autores principais: | Sargento, José |
| Assunto: | institucionalização maus-tratos infantis psicopatologia intervenção |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu |
| Resumo: | Procura-se, neste trabalho, pensar as consequências dos maus-tratos no desenvolvimento e saúde mental das crianças e jovens institucionalizados. Exploram-se as diversas manifestações de sintomatologia psicopatológica que poderão decorrer dos maus-tratos, refletindo-se, também, acerca das situações em que o sofrimento da criança parece encapsulado numa reação de choque, que inibe a expressão sintomática aberta no imediato, atirando-a para o médio ou longo prazo. Aborda-se a intervenção e a necessidade da Instituição se afigurar como uma fonte de novos modelos e padrões relacionais. Enfatiza-se, neste sentido, a importância da capacidade reflexiva da Instituição no que concerne às reações e contrarreações emocionais que a criança desperta em cada um dos técnicos e na Instituição como um todo. Reflete-se, ainda, acerca da importância de uma avaliação psicológica cuidada, que possa fornecer coordenadas claras para a intervenção psicológica e/ou psicofarmacológica, assim como para a gestão das atividades lúdicas e pedagógicas. |
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