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Incapacidade funcional dos idosos após fratura da extremidade superior do fémur

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: O envelhecimento representa a passagem do tempo, não uma patologia, sendo um processo natural e fisiológico. No idoso, as fraturas da extremidade superior do fémur, representam um sério problema devido às elevadas incapacidades que causa e as suas consequências. Objetivo: Identificar a incapacidade funcional e em que medida as variáveis sociodemográficas, clínicas e funcionalidade familiar a influenciam. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal, analítico e comparativo, empregando uma metodologia do tipo quantitativo, utilizando para o efeito uma amostra não probabilística por conveniência, constituída por 60 idosos do concelho de Viseu com fratura da extremidade superior do fémur há 6 meses. O instrumento de medida utilizado foi um questionário, a Escala de Apgar Familiar e Escala de Barthel Modificada. Resultados: A população estudada é maioritariamente feminina, com uma média de idades de 78,5 anos, casada, residente em meio rural. Têm como habilitações o 1º ciclo de estudos, sem apoio institucional e com baixos rendimentos. No final dos 6 meses após fratura da extremidade superior do fémur, verificamos que 40% dos doentes são independentes na capacidade funcional, 33,3% têm uma dependência elevada, 16,7% uma dependência moderada e apenas uma minoria apresenta um nível de dependência reduzida (5%) e muito elevada (5%). As variáveis que influenciaram significativamente a capacidade funcional são: idade, estado civil, habilitações literárias, apoio institucional, situação económica, tipo de cirurgia e a reabilitação. Conclusão: As variáveis que mais influenciam na capacidade funcional são: a idade, em que com o seu aumento diminui a capacidade funcional; o nº de sessões de reabilitação, pois quantas mais sessões de reabilitação realizarem mais aumenta a sua capacidade funcional. Palavras-Chave: Idosos; (In)capacidade Funcional; Fraturas.
Autores principais:Mesquita, Maria Fernanda Pereira
Outros Autores:Martins, Rosa Maria Lopes, orient.
Assunto:Avaliação da deficiência Avaliação geriátrica Família Fracturas do colo do fémur Hipocinesia Idoso Reabilitação Recuperação da função Aged Disability evaluation Family Femoral neck fractures Geriatric assessment Hypokinesia Recovery of function Rehabilitation
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:Introdução: O envelhecimento representa a passagem do tempo, não uma patologia, sendo um processo natural e fisiológico. No idoso, as fraturas da extremidade superior do fémur, representam um sério problema devido às elevadas incapacidades que causa e as suas consequências. Objetivo: Identificar a incapacidade funcional e em que medida as variáveis sociodemográficas, clínicas e funcionalidade familiar a influenciam. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal, analítico e comparativo, empregando uma metodologia do tipo quantitativo, utilizando para o efeito uma amostra não probabilística por conveniência, constituída por 60 idosos do concelho de Viseu com fratura da extremidade superior do fémur há 6 meses. O instrumento de medida utilizado foi um questionário, a Escala de Apgar Familiar e Escala de Barthel Modificada. Resultados: A população estudada é maioritariamente feminina, com uma média de idades de 78,5 anos, casada, residente em meio rural. Têm como habilitações o 1º ciclo de estudos, sem apoio institucional e com baixos rendimentos. No final dos 6 meses após fratura da extremidade superior do fémur, verificamos que 40% dos doentes são independentes na capacidade funcional, 33,3% têm uma dependência elevada, 16,7% uma dependência moderada e apenas uma minoria apresenta um nível de dependência reduzida (5%) e muito elevada (5%). As variáveis que influenciaram significativamente a capacidade funcional são: idade, estado civil, habilitações literárias, apoio institucional, situação económica, tipo de cirurgia e a reabilitação. Conclusão: As variáveis que mais influenciam na capacidade funcional são: a idade, em que com o seu aumento diminui a capacidade funcional; o nº de sessões de reabilitação, pois quantas mais sessões de reabilitação realizarem mais aumenta a sua capacidade funcional. Palavras-Chave: Idosos; (In)capacidade Funcional; Fraturas.