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De-bonding on command of adhesive joints for automotive industry

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Resumo:O uso de juntas adesivas em aplicações automóveis tem vindo a aumentar uma vez que oferecem potencial para redução tanto do peso como do custo de fabricação. Contudo, com a tendência actual para construção de veículos mais leves e com reduzidas emissões de CO2, os construtores automóveis estão a aumentar o uso de materiais de baixa densidade, tais como, polímeros reforçados com fibra de carbono (CFRP) ou super ligas, materiais dispendiosos, que levam à necessidade de reaproveitamento dos mesmos. Assim, por razões ambientais e económicas, o desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos capazes de desunir facilmente as juntas adesivas (sem danificar os componentes a ligar) assume um grande interesse por parte da indústria automóvel. Seguindo esta tendência, a possibilidade de desunir quando necessário ligações adesivas foi investigada ao longo desta tese, usando juntas simples unidas com adesivos modificados com partículas termo expansíveis (TEPs’). Foram usados dois adesivos diferentes para comparar o efeito dos TEPs’ em cada um. Foram também efectuados ensaios de tracção para perceber qual a percentagem ideal de TEPs’ de forma a permitir, se necessário, uma fácil desunião de junta sem comprometer os requerimentos de força de adesão. Os resultados são comparados com juntas simples dos mesmos adesivos sem qualquer adição de TEPs. Desta comparação concluiu-se que com o aumento de % de TEPs no adesivo a força de resistência de sobreposição diminui. Para descobrir o melhor/mais rápido procedimento para desunir as juntas foi aplicado calor localmente durante alguns segundos, determinou-se a eficiência de desunião de juntas através da expansão dos TEPs’ para cada percentagem de TEPs’ utilizada. Como era esperado com o aumento da percentagem de TEPs’ no adesivo faz com que a ligação adesiva quebre a temperaturas mais baixas.
Autores principais:Veloso, Rui Jorge
Assunto:Adesivos Partículas Termo Expansíveis Nanopartículas Reciclagem Indústria Automóvel Juntas de Sobreposição Simples Desunião de Juntas
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:inglês
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:O uso de juntas adesivas em aplicações automóveis tem vindo a aumentar uma vez que oferecem potencial para redução tanto do peso como do custo de fabricação. Contudo, com a tendência actual para construção de veículos mais leves e com reduzidas emissões de CO2, os construtores automóveis estão a aumentar o uso de materiais de baixa densidade, tais como, polímeros reforçados com fibra de carbono (CFRP) ou super ligas, materiais dispendiosos, que levam à necessidade de reaproveitamento dos mesmos. Assim, por razões ambientais e económicas, o desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos capazes de desunir facilmente as juntas adesivas (sem danificar os componentes a ligar) assume um grande interesse por parte da indústria automóvel. Seguindo esta tendência, a possibilidade de desunir quando necessário ligações adesivas foi investigada ao longo desta tese, usando juntas simples unidas com adesivos modificados com partículas termo expansíveis (TEPs’). Foram usados dois adesivos diferentes para comparar o efeito dos TEPs’ em cada um. Foram também efectuados ensaios de tracção para perceber qual a percentagem ideal de TEPs’ de forma a permitir, se necessário, uma fácil desunião de junta sem comprometer os requerimentos de força de adesão. Os resultados são comparados com juntas simples dos mesmos adesivos sem qualquer adição de TEPs. Desta comparação concluiu-se que com o aumento de % de TEPs no adesivo a força de resistência de sobreposição diminui. Para descobrir o melhor/mais rápido procedimento para desunir as juntas foi aplicado calor localmente durante alguns segundos, determinou-se a eficiência de desunião de juntas através da expansão dos TEPs’ para cada percentagem de TEPs’ utilizada. Como era esperado com o aumento da percentagem de TEPs’ no adesivo faz com que a ligação adesiva quebre a temperaturas mais baixas.