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Produção de farinha de larvas e pupas de zângão

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A técnica da remoção dos quadros de zângão, utilizada no controlo do ácaro Varroa destructor, pode proporcionar uma fonte alternativa de alimento, sendo para isso necessário desenvolver técnicas simples e viáveis de extração e utilização das larvas e pupas. Este trabalho teve como objetivo testar dois métodos de extração, o método de extração a frio e a quente. Após a recolha os quadros foram congelados para garantir a sua conservação. Seguiu-se a extração das larvas e pupas através de métodos de extração a frio e extração quente (imersão em água a ferver). A extração a frio foi realizada manualmente com duas condições: sala fria (61ºC); superfície fria. Os rendimentos de extração variaram entre 62,57,5% e 84,94,0%, respetivamente para a superfície fria e para a extração a quente. Os tempos de extração mais elevado foi para a extração a frio em sala fria (336,342,4 segundos) e o mais baixo para a superfície fria (246,830,1 segundos). As larvas e pupas foram submetidas a dois tipos de desidratação: vaporização e liofilização. A vaporização escureceu demasiado as larvas e pupas não se revelando um bom processo de secagem. Deste modo, a farinha foi produzida a partir da trituração das larvas e pupas secadas por liofilização (até peso constante). Nutricionalmente as farinhas apresentaram-se ricas em proteína e gordura. Este novo produto poderá proporcionar o aumento do rendimento da atividade apícola, benefícios nutricionais e usos na produção de novos produtos à base de farinha de zângão.
Autores principais:Correia, Paula
Outros Autores:Vouga, C.; Coelho, C.; Guiné, Raquel P. F.; Costa, Cristina Amaro Da
Assunto:larvas de zângão pupas de zângão métodos de extração desidratação farinha
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:A técnica da remoção dos quadros de zângão, utilizada no controlo do ácaro Varroa destructor, pode proporcionar uma fonte alternativa de alimento, sendo para isso necessário desenvolver técnicas simples e viáveis de extração e utilização das larvas e pupas. Este trabalho teve como objetivo testar dois métodos de extração, o método de extração a frio e a quente. Após a recolha os quadros foram congelados para garantir a sua conservação. Seguiu-se a extração das larvas e pupas através de métodos de extração a frio e extração quente (imersão em água a ferver). A extração a frio foi realizada manualmente com duas condições: sala fria (61ºC); superfície fria. Os rendimentos de extração variaram entre 62,57,5% e 84,94,0%, respetivamente para a superfície fria e para a extração a quente. Os tempos de extração mais elevado foi para a extração a frio em sala fria (336,342,4 segundos) e o mais baixo para a superfície fria (246,830,1 segundos). As larvas e pupas foram submetidas a dois tipos de desidratação: vaporização e liofilização. A vaporização escureceu demasiado as larvas e pupas não se revelando um bom processo de secagem. Deste modo, a farinha foi produzida a partir da trituração das larvas e pupas secadas por liofilização (até peso constante). Nutricionalmente as farinhas apresentaram-se ricas em proteína e gordura. Este novo produto poderá proporcionar o aumento do rendimento da atividade apícola, benefícios nutricionais e usos na produção de novos produtos à base de farinha de zângão.