Publicação

Especificidade do teste de provocação na Síndrome de Brugada: a queda de um mito

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O rastreio de familiares de doentes com Síndrome de Brugada (SB) com ECG basal não diagnóstico deve incluir o teste de provocação farmacológica e se for induzido o padrão de repolarização do tipo 1 o diagnóstico é concluído sem mais corroboração. Este teste é realizado com o pressuposto de não existirem falsos positivos mas a verdadeira especificidade é desconhecida.
Autores principais:Santos, Luis
Outros Autores:Faria, Rita; Correia, Emanuel; Rodrigues, Bruno; Moreira, Davide; Nunes, Luis; Costa, António; Carvalho, José; Machado, José; Castedo, sérgio; Henriques, Carla; Matos, Ana; Santos, Jorge
Assunto:Síndrome de Brugada
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:O rastreio de familiares de doentes com Síndrome de Brugada (SB) com ECG basal não diagnóstico deve incluir o teste de provocação farmacológica e se for induzido o padrão de repolarização do tipo 1 o diagnóstico é concluído sem mais corroboração. Este teste é realizado com o pressuposto de não existirem falsos positivos mas a verdadeira especificidade é desconhecida.