Publicação

Dos media como próteses aos novos media: o primado da técnica

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde as premonições de McLuhan, há mais de 60 anos, o modelo comunicacional está em transformação. Com o surgimento dos self-media, ascende a figura do sujeito-objeto ou sujeito-meio, mas dá-se o apagamento do recetor. É uma inversão de papéis entre, por exemplo, o jornalista e o público. Antes, o primeiro era o único produtor de informações e o segundo era o recetor passivo das mesmas; agora, o segundo se autonomiza no papel de produtor de informações disponibilizadas na Internet, apagando o papel do primeiro. Uma inversão comparável a uma revolução coperniciana na comunicação: o primado do cidadão-jornalista ou homo-medium. Seguindo uma estratégia teórico-conceptual, o objetivo deste texto é problematizar os usos e os efeitos dos novos media tecnológicos.
Autores principais:Barroso, Paulo
Assunto:Comunicação Jornalismo Media Self-media Técnica
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:Desde as premonições de McLuhan, há mais de 60 anos, o modelo comunicacional está em transformação. Com o surgimento dos self-media, ascende a figura do sujeito-objeto ou sujeito-meio, mas dá-se o apagamento do recetor. É uma inversão de papéis entre, por exemplo, o jornalista e o público. Antes, o primeiro era o único produtor de informações e o segundo era o recetor passivo das mesmas; agora, o segundo se autonomiza no papel de produtor de informações disponibilizadas na Internet, apagando o papel do primeiro. Uma inversão comparável a uma revolução coperniciana na comunicação: o primado do cidadão-jornalista ou homo-medium. Seguindo uma estratégia teórico-conceptual, o objetivo deste texto é problematizar os usos e os efeitos dos novos media tecnológicos.