Publicação
Humor no ensino da Matemática: Oportunidades para a aprendizagem
| Resumo: | As tarefas matemáticas construídas a partir de situações humorísticas, como tiras de banda desenhada e cartoons, têm boas condições para corresponder a esta visão do ensino que se apresentou, já que: (i) as situações humorísticas envolvendo a Matemática, tal como as apresentamos a seguir, baseiam-se em incongruências matemáticas engraçadas de alguma maneira, que os alunos têm de resolver, ou seja, estas situações colocam os alunos perante desequilíbrios cognitivos que assumem uma natureza problemática, a que têm de dar resposta; (ii) na resolução das tarefas, os alunos são chamados a usar os seus conhecimentos matemáticos prévios para interpretar a situação humorística que lhes é colocada e, eventualmente, rir com ela — os alunos são depois desafiados a desenvolver o seu conhecimento matemático através da colocação de questões que aprofundam a compreensão da situação humorística apresentada. Neste artigo, procuramos evidenciar estas ideias a partir da tarefa “Quando o 2.º não é grande coisa…” construída no âmbito do projeto HUMAT – Humor in Mathematics Teaching. |
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| Autores principais: | Menezes, Luís |
| Outros Autores: | Ferreira, Fernanda |
| Assunto: | Humor gráfico Ensino da Matemática Tarefas matemáticas |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu |
| Resumo: | As tarefas matemáticas construídas a partir de situações humorísticas, como tiras de banda desenhada e cartoons, têm boas condições para corresponder a esta visão do ensino que se apresentou, já que: (i) as situações humorísticas envolvendo a Matemática, tal como as apresentamos a seguir, baseiam-se em incongruências matemáticas engraçadas de alguma maneira, que os alunos têm de resolver, ou seja, estas situações colocam os alunos perante desequilíbrios cognitivos que assumem uma natureza problemática, a que têm de dar resposta; (ii) na resolução das tarefas, os alunos são chamados a usar os seus conhecimentos matemáticos prévios para interpretar a situação humorística que lhes é colocada e, eventualmente, rir com ela — os alunos são depois desafiados a desenvolver o seu conhecimento matemático através da colocação de questões que aprofundam a compreensão da situação humorística apresentada. Neste artigo, procuramos evidenciar estas ideias a partir da tarefa “Quando o 2.º não é grande coisa…” construída no âmbito do projeto HUMAT – Humor in Mathematics Teaching. |
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