Publicação
Pelos olhos adentro: a exposição aos ecrãs e o desenvolvimento afetivo e cognitivo da criança
| Resumo: | A revolução tecnológica da última década aumentou exponencialmente o acesso às tecnologias digitais. A investigação tem assinalado, neste contexto, a exposição excessiva das crianças aos ecrãs. Pretende-se, neste trabalho, explorar as intercorrências para o desenvolvimento cognitivo e socioafetivo da exposição excessiva aos ecrãs e às tecnologias digitais na criança. Procedeu-se, para o efeito, a uma pesquisa dos estudos da EBSCO, publicados nos últimos 6 anos, dos quais se selecionaram aqueles cujo foco principal é a relação entre os ecrãs e o desenvolvimento da criança. Os estudos selecionados sugerem que a exposição excessiva aos ecrãs se associa a um desenvolvimento cognitivo menos fluído, a indicadores mais pobres de auto-regulação, e a um risco acrescido de vir a desenvolver problemas emocionais e comportamentais. No que concerne à atenção os resultados são divergentes. A investigação acrescenta, assim, sustentação à necessidade de limitar a utilização das tecnologias digitais para proteger o desenvolvimento cognitivo e socioafetivo das crianças. |
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| Autores principais: | Oliveira, Sandra |
| Outros Autores: | Sargento, José; Magalhães, Cátia |
| Assunto: | ecrãs tecnologias digitais desenvolvimento cognitivo problemas emocionais |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viseu |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu |
| Resumo: | A revolução tecnológica da última década aumentou exponencialmente o acesso às tecnologias digitais. A investigação tem assinalado, neste contexto, a exposição excessiva das crianças aos ecrãs. Pretende-se, neste trabalho, explorar as intercorrências para o desenvolvimento cognitivo e socioafetivo da exposição excessiva aos ecrãs e às tecnologias digitais na criança. Procedeu-se, para o efeito, a uma pesquisa dos estudos da EBSCO, publicados nos últimos 6 anos, dos quais se selecionaram aqueles cujo foco principal é a relação entre os ecrãs e o desenvolvimento da criança. Os estudos selecionados sugerem que a exposição excessiva aos ecrãs se associa a um desenvolvimento cognitivo menos fluído, a indicadores mais pobres de auto-regulação, e a um risco acrescido de vir a desenvolver problemas emocionais e comportamentais. No que concerne à atenção os resultados são divergentes. A investigação acrescenta, assim, sustentação à necessidade de limitar a utilização das tecnologias digitais para proteger o desenvolvimento cognitivo e socioafetivo das crianças. |
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