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Secagem convectiva de peras em regime contínuo e descontínuo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No presente trabalho estudou-se a secagem convectiva de peras de uma importante variedade regional (São Bartolomeu) do centro de Portugal continental, através de duas metodologias: contínua e descontínua. Analisada a sensibilidade do produto a diferentes valores de temperatura e humidade, os resultados mostraram que a temperatura do ar é o parâmetro mais importante. Foi também comparada uma secagem contínua com uma descontínua, reproduzindo esta última, na sua periodicidade, uma operação de secagem solar tradicional, com os correspondentes ciclos diurnos. Os resultados obtidos evidenciam que, embora a secagem descontínua necessite um maior tempo global de processo, os períodos de pausa proporcionam uma redução importante da energia total necessária (Fig 2) [1]. Conclui-se que uma operação de secagem convectiva descontínua se apresenta como uma solução energeticamente mais eficiente, devendo, por conseguinte, ser incentivado o aproveitamento da energia solar para este tipo de processos.
Autores principais:Silva, V
Outros Autores:Figueiredo, AR; Costa, J; Guiné, Raquel; Gonçalves, J
Assunto:secagem pera
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viseu
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Viseu
Descrição
Resumo:No presente trabalho estudou-se a secagem convectiva de peras de uma importante variedade regional (São Bartolomeu) do centro de Portugal continental, através de duas metodologias: contínua e descontínua. Analisada a sensibilidade do produto a diferentes valores de temperatura e humidade, os resultados mostraram que a temperatura do ar é o parâmetro mais importante. Foi também comparada uma secagem contínua com uma descontínua, reproduzindo esta última, na sua periodicidade, uma operação de secagem solar tradicional, com os correspondentes ciclos diurnos. Os resultados obtidos evidenciam que, embora a secagem descontínua necessite um maior tempo global de processo, os períodos de pausa proporcionam uma redução importante da energia total necessária (Fig 2) [1]. Conclui-se que uma operação de secagem convectiva descontínua se apresenta como uma solução energeticamente mais eficiente, devendo, por conseguinte, ser incentivado o aproveitamento da energia solar para este tipo de processos.