Publicação
A Gestão da dor em cuidados paliativos: saberes e práticas dos enfermeiros
| Resumo: | A dor é uma das principais causas de sofrimento humano, comprometendo a qualidade de vida das pessoas, interferindo no seu bem-estar físico e psicossocial. Nem sempre é possível aos profissionais de saúde eliminarem a dor, contudo os enfermeiros pelo contato frequente que têm com os doentes, podem implementar ações para o seu controlo e gestão. Sendo a dor o sintoma mais comum no doente paliativo, torna-se pertinente estudar a perspetiva dos enfermeiros em relação à gestão da dor em cuidados paliativos.Este estudo tem como objetivo geral compreender os saberes e as práticas dos enfermeiros na gestão da dor em cuidados paliativos, contribuindo de forma positiva para uma melhoria dos cuidados de enfermagem.Trata-se de um estudo descritivo-exploratório de abordagem qualitativa, sendo que os dados foram obtidos através da entrevista semiestruturada junto dos enfermeiros que exercem funções numa unidade de cuidados paliativos.Da análise dos dados através da análise de conteúdo Laurence Bardin, surgiram cinco áreas temáticas: conceito de dor; intervenções dos enfermeiros na gestão da dor; fatores facilitadores na intervenção dos enfermeiros; fatores dificultadores na intervenção dos enfermeiros e conhecimentos dos enfermeiros no âmbito da gestão da dor.Os resultados obtidos revelam que os profissionais de saúde sentem dificuldades em conceitualizar a dor, mas também que é uma área que merece a sua atenção, focando um conjunto de intervenções que utilizam na sua gestão e no seu controlo no qual se deparam com fatores facilitadores e dificultadores. Foi ainda visível que os enfermeiros possuem conhecimentos necessários para intervir na gestão da dor, contudo existe a necessidade de mais formação. Estes resultados sugerem que é importante um maior investimento na formação nesta área tornando-se vital para o controlo e alívio da dor de forma a promover a qualidade de vida dos que dela padecem |
|---|---|
| Autores principais: | Marinho, Liliana Andreia Gomes |
| Assunto: | cuidados paliativos dor enfermeiros saberes e práticas palliative care pain nurses knowledge and practices |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viana do Castelo |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico IPVC |
| Resumo: | A dor é uma das principais causas de sofrimento humano, comprometendo a qualidade de vida das pessoas, interferindo no seu bem-estar físico e psicossocial. Nem sempre é possível aos profissionais de saúde eliminarem a dor, contudo os enfermeiros pelo contato frequente que têm com os doentes, podem implementar ações para o seu controlo e gestão. Sendo a dor o sintoma mais comum no doente paliativo, torna-se pertinente estudar a perspetiva dos enfermeiros em relação à gestão da dor em cuidados paliativos.Este estudo tem como objetivo geral compreender os saberes e as práticas dos enfermeiros na gestão da dor em cuidados paliativos, contribuindo de forma positiva para uma melhoria dos cuidados de enfermagem.Trata-se de um estudo descritivo-exploratório de abordagem qualitativa, sendo que os dados foram obtidos através da entrevista semiestruturada junto dos enfermeiros que exercem funções numa unidade de cuidados paliativos.Da análise dos dados através da análise de conteúdo Laurence Bardin, surgiram cinco áreas temáticas: conceito de dor; intervenções dos enfermeiros na gestão da dor; fatores facilitadores na intervenção dos enfermeiros; fatores dificultadores na intervenção dos enfermeiros e conhecimentos dos enfermeiros no âmbito da gestão da dor.Os resultados obtidos revelam que os profissionais de saúde sentem dificuldades em conceitualizar a dor, mas também que é uma área que merece a sua atenção, focando um conjunto de intervenções que utilizam na sua gestão e no seu controlo no qual se deparam com fatores facilitadores e dificultadores. Foi ainda visível que os enfermeiros possuem conhecimentos necessários para intervir na gestão da dor, contudo existe a necessidade de mais formação. Estes resultados sugerem que é importante um maior investimento na formação nesta área tornando-se vital para o controlo e alívio da dor de forma a promover a qualidade de vida dos que dela padecem |
|---|