Publicação
Proposta para o ecomuseu do Barroso em Fafião
| Resumo: | Com a implementação de um polo do Ecomuseu do Barroso em Fafião pretende-se manter e ampliar a base económica do contexto rural desta aldeia, mediante a preservação de atividades competitivas e multifuncionais, a diversificação da economia local e a incorporação de novas dinâmicas. ~Para tal, entende-se como prioritário o aumento dos níveis de população na região, por meio de incentivos à fixação de jovens com projetos diferenciados e inovadores, assegurando e aumentando o bem-estar da população, e mantendo os serviços públicos básicos adequados no concelho. Pretende-se recuperar e conservar o património e os recursos naturais e culturais da região, permitindo a sua utilização de forma sustentável. As atividades económicas devem também ser diversificadas, mantendo os setores agrícola e florestal competitivos, e impulsando a criação de novos sectores de atividade. Os aspetos logísticos devem ser melhorados, nomeadamente com a criação de infraestruturas básicas de equipamentos públicos, melhoria da rede de transportes e estruturas de apoio a atividades balneares. A oferta turística deve apoiar-se em aspetos de diversidade e qualidade, incluindo atividades de interpretação e de valorização da paisagem, bem como de contextualização do património cultural, tendo em conta o seu significado social. Deve também ser acompanhada pelo estudo e mensuração da contribuição para o desenvolvimento do turismo, nos seus aspetos económico e cultural, bem como a sua divulgação. O polo de Ecomuseu do Barroso não deverá ser entendido como uma parcela da comunidade, mas sim como uma integração no seu meio ambiente. Deve abranger todos os setores do meio físico e social, população, património natural, construído e cultural, para assim refletir a coletividade da qual fazem parte, explicando e interpretando a sua história, o seu tempo e todo o seu património. Deste modo salvaguarda-se a memória, permitindo que gerações futuras possam ter a oportunidade de conhecerem as suas referências passadas. Estas iniciativas serão fundamentais para o desenvolvimento económico, representando uma mais-valia para o mundo rural, já que o património natural será sempre salvaguardado e valorizado, contribuindo para o aumento do bem-estar da população. Consequentemente, a procura do turismo também irá sofrer um aumento e, com isso, toda a economia poderá sofrer um desenvolvimento e possibilitar a criação de novos postos de trabalho que na região são, até à data, bastante escassos. Com este trabalho pretende-se contribuir de forma útil para o processo de instalação do polo de Ecomuseu do Barroso em Fafião. Não é um trabalho conclusivo, mas com ideias de reflecção e uteis para amplas discussões, de forma a sensibilizar a comunidade e as instituições locais para esta realidade continuar até à sua realização total. |
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| Autores principais: | Laja, Odete Maria Alves da |
| Assunto: | Comunitarismo Ecomuseu Fafião Sensibilização Valorização Communitarianism Awareness Valuation |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viana do Castelo |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico IPVC |
| Resumo: | Com a implementação de um polo do Ecomuseu do Barroso em Fafião pretende-se manter e ampliar a base económica do contexto rural desta aldeia, mediante a preservação de atividades competitivas e multifuncionais, a diversificação da economia local e a incorporação de novas dinâmicas. ~Para tal, entende-se como prioritário o aumento dos níveis de população na região, por meio de incentivos à fixação de jovens com projetos diferenciados e inovadores, assegurando e aumentando o bem-estar da população, e mantendo os serviços públicos básicos adequados no concelho. Pretende-se recuperar e conservar o património e os recursos naturais e culturais da região, permitindo a sua utilização de forma sustentável. As atividades económicas devem também ser diversificadas, mantendo os setores agrícola e florestal competitivos, e impulsando a criação de novos sectores de atividade. Os aspetos logísticos devem ser melhorados, nomeadamente com a criação de infraestruturas básicas de equipamentos públicos, melhoria da rede de transportes e estruturas de apoio a atividades balneares. A oferta turística deve apoiar-se em aspetos de diversidade e qualidade, incluindo atividades de interpretação e de valorização da paisagem, bem como de contextualização do património cultural, tendo em conta o seu significado social. Deve também ser acompanhada pelo estudo e mensuração da contribuição para o desenvolvimento do turismo, nos seus aspetos económico e cultural, bem como a sua divulgação. O polo de Ecomuseu do Barroso não deverá ser entendido como uma parcela da comunidade, mas sim como uma integração no seu meio ambiente. Deve abranger todos os setores do meio físico e social, população, património natural, construído e cultural, para assim refletir a coletividade da qual fazem parte, explicando e interpretando a sua história, o seu tempo e todo o seu património. Deste modo salvaguarda-se a memória, permitindo que gerações futuras possam ter a oportunidade de conhecerem as suas referências passadas. Estas iniciativas serão fundamentais para o desenvolvimento económico, representando uma mais-valia para o mundo rural, já que o património natural será sempre salvaguardado e valorizado, contribuindo para o aumento do bem-estar da população. Consequentemente, a procura do turismo também irá sofrer um aumento e, com isso, toda a economia poderá sofrer um desenvolvimento e possibilitar a criação de novos postos de trabalho que na região são, até à data, bastante escassos. Com este trabalho pretende-se contribuir de forma útil para o processo de instalação do polo de Ecomuseu do Barroso em Fafião. Não é um trabalho conclusivo, mas com ideias de reflecção e uteis para amplas discussões, de forma a sensibilizar a comunidade e as instituições locais para esta realidade continuar até à sua realização total. |
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