Publicação
Avaliação fitossanitária do arroz armazenado na Guiné-Bissau
| Resumo: | A Guiné-Bissau é um país situado na costa ocidental africana e de clima tropical húmido. O arroz é o cereal principal para o consumo da população, e que deve exigir e prevalecer as condições ou sistemas de armazenamento adequado para oferecer a qualidade para o consumo aos consumidores (pós-colheita e armazenamento). As condições inadequadas de armazenamento podem condicionar a má qualidade do produto para o consumo humano e animal, através de produção de micotoxinas, responsáveis por intoxicações quando este é ingerido. Neste contexto, o objetivo deste trabalho é avaliar o aspeto fitossanitário das quatro amostras de arroz em casca provenientes da Guiné-Bissau e sugerir a adoção das metodologias de redução e de prevenção da contaminação fúngica e subsequente presença de micotoxinas. A metodologia utilizada teve como base trabalhos anteriormente executados por Pitt and Hocking (2009) e Magro (2009). As amostras foram recolhidas em 3 zonas do país, de diferentes ecossistemas agrários de produção e armazenamento. A frequência das espécies de fungos variou em termos de local de colheita das amostras tendo sido o género Aspergillus o mais frequente em todas as regiões seguido dos géneros Acremonium, Rhizopus e Verticillium. Pode-se assim concluir que o género que apresenta maior incidência em todas as amostras estudadas foi o género Aspergillus o que está de acordo com a bibliografia uma vez que este género é caraterístico das regiões tropicais. É de realçar também que este foi o primeiro estudo da micobiota associada ao arroz armazenado na Guiné-Bissau. |
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| Autores principais: | Silva, José da |
| Assunto: | Armazenamento Aspergillus Fungos Micotoxinas Storage Fungi Mycotoxins |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viana do Castelo |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico IPVC |
| Resumo: | A Guiné-Bissau é um país situado na costa ocidental africana e de clima tropical húmido. O arroz é o cereal principal para o consumo da população, e que deve exigir e prevalecer as condições ou sistemas de armazenamento adequado para oferecer a qualidade para o consumo aos consumidores (pós-colheita e armazenamento). As condições inadequadas de armazenamento podem condicionar a má qualidade do produto para o consumo humano e animal, através de produção de micotoxinas, responsáveis por intoxicações quando este é ingerido. Neste contexto, o objetivo deste trabalho é avaliar o aspeto fitossanitário das quatro amostras de arroz em casca provenientes da Guiné-Bissau e sugerir a adoção das metodologias de redução e de prevenção da contaminação fúngica e subsequente presença de micotoxinas. A metodologia utilizada teve como base trabalhos anteriormente executados por Pitt and Hocking (2009) e Magro (2009). As amostras foram recolhidas em 3 zonas do país, de diferentes ecossistemas agrários de produção e armazenamento. A frequência das espécies de fungos variou em termos de local de colheita das amostras tendo sido o género Aspergillus o mais frequente em todas as regiões seguido dos géneros Acremonium, Rhizopus e Verticillium. Pode-se assim concluir que o género que apresenta maior incidência em todas as amostras estudadas foi o género Aspergillus o que está de acordo com a bibliografia uma vez que este género é caraterístico das regiões tropicais. É de realçar também que este foi o primeiro estudo da micobiota associada ao arroz armazenado na Guiné-Bissau. |
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