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Desenvolver o pensamento computacional de alunos do 3.º ano de escolaridade com recurso à programação Scratch

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada (PES), no mestrado de Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º CEB, da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, foi desenvolvido um estudo. O estudo focou-se na área da matemática, sobre o Pensamento Computacional (PC)pretende-se analisar aspetos do pensamento computacional dos alunos, com recurso à programação Scratch, a qual pode ser explorada a partir do 1.º ciclo do ensino básico. Para orientar o estudo foram formuladas duas questões de investigação: (1) Que aspetos do pensamento computacional revelam os alunos, quando programam em Scratch? (2) Que dificuldades manifestam os alunos? Considerando o objetivo e as questões de investigação, optou-se por seguir a metodologia qualitativa e o método de investigação-ação. O estudo realizou-se numa escola de 1.º CEB, com uma turma de 3.º ano, constituída por 20 alunos. Para o estudo os alunos foram organizados em 10 grupos. Ao longo das sessões foram colocados desafios aos alunos que estes realizaram de forma a atingir o objetivo final, passando principalmente pela deslocação da personagem no Scratch. Os desafios deverão ser maioritariamente registados no guião fornecido e o trabalho foi sempre realizado a pares, fixos, ao longo de todas as sessões. Para a recolha de dados deste estudo usaram-se algumas técnicas de recolha de dados: observação participante, meios audiovisuais: registo vídeo, áudio e fotográfico e documentos escritos pelos alunos. Com os resultados obtidos é possível verificar que o nível de conhecimentos dos alunos, relativamente ao PC, foi sendo gradualmente melhor, à medida que as sessões decorriam. No entanto, as suas principais dificuldades estavam centradas na identificação da esquerda/direita e na depuração, tanto na identificação dos erros como em corrigi-los. A PES fez-me crescer tanto a nível pessoal como profissional, desenvolvendo novos conhecimentos e estratégias para implementar futuramente.
Autores principais:Silva, Daniela Bouça da
Assunto:Matemática Pensamento computacional Programação visual Scratch Tarefas 1º Ciclo do Ensino Básico Mathematics Computational thinking Visual programming Scratch Tasks Primary school
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viana do Castelo
Idioma:português
Origem:Repositório Científico IPVC
Descrição
Resumo:No âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada (PES), no mestrado de Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º CEB, da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, foi desenvolvido um estudo. O estudo focou-se na área da matemática, sobre o Pensamento Computacional (PC)pretende-se analisar aspetos do pensamento computacional dos alunos, com recurso à programação Scratch, a qual pode ser explorada a partir do 1.º ciclo do ensino básico. Para orientar o estudo foram formuladas duas questões de investigação: (1) Que aspetos do pensamento computacional revelam os alunos, quando programam em Scratch? (2) Que dificuldades manifestam os alunos? Considerando o objetivo e as questões de investigação, optou-se por seguir a metodologia qualitativa e o método de investigação-ação. O estudo realizou-se numa escola de 1.º CEB, com uma turma de 3.º ano, constituída por 20 alunos. Para o estudo os alunos foram organizados em 10 grupos. Ao longo das sessões foram colocados desafios aos alunos que estes realizaram de forma a atingir o objetivo final, passando principalmente pela deslocação da personagem no Scratch. Os desafios deverão ser maioritariamente registados no guião fornecido e o trabalho foi sempre realizado a pares, fixos, ao longo de todas as sessões. Para a recolha de dados deste estudo usaram-se algumas técnicas de recolha de dados: observação participante, meios audiovisuais: registo vídeo, áudio e fotográfico e documentos escritos pelos alunos. Com os resultados obtidos é possível verificar que o nível de conhecimentos dos alunos, relativamente ao PC, foi sendo gradualmente melhor, à medida que as sessões decorriam. No entanto, as suas principais dificuldades estavam centradas na identificação da esquerda/direita e na depuração, tanto na identificação dos erros como em corrigi-los. A PES fez-me crescer tanto a nível pessoal como profissional, desenvolvendo novos conhecimentos e estratégias para implementar futuramente.