Publicação
Quantificação da carga interna, externa e estado de bem-estar de atletas de trail running durante um mesociclo competitivo
| Resumo: | Os Desportos Natureza e Aventura (DNA) e mais concretamente o trail running enquanto modalidade, tem vindo a crescer na sociedade atual, devendo este crescimento ser apoiado em bases científicas. A crescente procura desta modalidade originou um aumento no número de provas, acompanhado pelo aumento de praticantes, o que provocou o nosso interesse pela metodologia de treino utilizada por estes praticantes. Objetivos: Os objetivos do presente trabalho de investigação foi avaliar a carga de treino e de prova dos atletas, avaliar o bem-estar dos mesmos e comparar a carga interna e externa com o bem-estar. Métodos: A recolha de dados foi realizada no decorrer do mês de Novembro de 2017, por ainda decorrerem provas do campeonato nacional de trail running em Portugal. Participaram no estudo 47 atletas que competem nos campeonatos nacionais de trail running em Portugal. Durante um mesociclo competitivo de quatro semanas, monitorizou-se a perceção de bem-estar (questionário de Hooper), o tempo de treino e de prova, a distância percorrida e a perceção subjetiva de esforço (RPE). Os atletas foram também sujeitos ao teste de Cooper para estimativa do volume máximo de oxigénio (VO2máx). Resultados: Os resultados demonstram que não se verificaram diferenças significativas nas variáveis de bem-estar durante os quatro microciclos. Resultados semelhantes foram obtidos para a carga de treino, onde não foram verificadas variações nas cargas de treino entre os microciclos. Relativamente à carga por sessão de treino, não foram encontradas diferenças significativas, sucedendo o mesmo nas variáveis de bem-estar. Conclusões: O VO2máx correlacionou-se com a frequência da passada, sugerindo que aumentos no consumo máximo de oxigénio resultam em melhorias da performance em atletas de trail running considerando a velocidade de deslocação em prova. |
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| Autores principais: | Matos, Sérgio Filipe Cunha |
| Assunto: | Monitorização do treino Hooper index Sessão de RPE Desempenho Treino desportivo |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso embargado |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Viana do Castelo |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico IPVC |
| Resumo: | Os Desportos Natureza e Aventura (DNA) e mais concretamente o trail running enquanto modalidade, tem vindo a crescer na sociedade atual, devendo este crescimento ser apoiado em bases científicas. A crescente procura desta modalidade originou um aumento no número de provas, acompanhado pelo aumento de praticantes, o que provocou o nosso interesse pela metodologia de treino utilizada por estes praticantes. Objetivos: Os objetivos do presente trabalho de investigação foi avaliar a carga de treino e de prova dos atletas, avaliar o bem-estar dos mesmos e comparar a carga interna e externa com o bem-estar. Métodos: A recolha de dados foi realizada no decorrer do mês de Novembro de 2017, por ainda decorrerem provas do campeonato nacional de trail running em Portugal. Participaram no estudo 47 atletas que competem nos campeonatos nacionais de trail running em Portugal. Durante um mesociclo competitivo de quatro semanas, monitorizou-se a perceção de bem-estar (questionário de Hooper), o tempo de treino e de prova, a distância percorrida e a perceção subjetiva de esforço (RPE). Os atletas foram também sujeitos ao teste de Cooper para estimativa do volume máximo de oxigénio (VO2máx). Resultados: Os resultados demonstram que não se verificaram diferenças significativas nas variáveis de bem-estar durante os quatro microciclos. Resultados semelhantes foram obtidos para a carga de treino, onde não foram verificadas variações nas cargas de treino entre os microciclos. Relativamente à carga por sessão de treino, não foram encontradas diferenças significativas, sucedendo o mesmo nas variáveis de bem-estar. Conclusões: O VO2máx correlacionou-se com a frequência da passada, sugerindo que aumentos no consumo máximo de oxigénio resultam em melhorias da performance em atletas de trail running considerando a velocidade de deslocação em prova. |
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