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Autoavaliação : perceções e práticas de professores e alunos do 1º CEB

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo centra‐se, fundamentalmente, na identificação de perceções e práticas de um grupo de professores e de alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB) em relação à avaliação, com enfoque na autoavaliação, no contexto de um agrupamento de escolas. Centra-se, ainda, na análise sobre o modo como a supervisão pedagógica e o trabalho colaborativo, entre pares, podem desempenhar um papel fundamental na articulação curricular, com vista ao desenvolvimento de competências essenciais de práticas de autoavaliação em todos os alunos. Trata-se de um estudo empírico com desenho de estudo de caso de cariz qualitativo. À luz de um paradigma interpretativo, privilegiam-se as linhas orientadoras de um método qualitativo de investigação. Por consequência, para melhor compreender e interpretar significados de interações em situações particulares e a sua evolução, procedeu-se a uma abordagem metodológica diversificada, mas complementar, imersa no mundo empírico. Enquanto estudo empírico, fundamenta-se na imersão subjetiva do investigador numa realidade escolar, efémera mas significativa, num contexto circunscrito a duas escolas do 1.º CEB do concelho de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, no decorrer do ano letivo de 2011/2012. Os resultados obtidos através da análise dos inquéritos por questionário aos professores e alunos, inquéritos por entrevista aos professores envolvidos no estudo, análise do instrumento de autoavaliação do agrupamento e análise do instrumento de autoavaliação reformulado no âmbito da intervenção, bem como dos registos de avaliação sumativa dos alunos, permitem concluir que a prática continuada da autoavaliação das aprendizagens se apresenta como um meio de promoção da regulação das aprendizagens, da reflexão e da emancipação dos alunos e, ao mesmo tempo, como facilitadora da promoção do trabalho colaborativo entre professores, no qual o supervisor tem um papel fundamental, perspetivando a qualidade da escola e a melhoria das aprendizagens dos alunos.
Autores principais:Lima, Dora Sofia Ferreira
Assunto:Autoavaliação no 1º CEB Práticas colaborativas Regulação de aprendizagens Supervisão Self-assessment in the 1st cycle of basic education Collaborative practices Regulation of learning Supervision
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Viana do Castelo
Idioma:português
Origem:Repositório Científico IPVC
Descrição
Resumo:O presente estudo centra‐se, fundamentalmente, na identificação de perceções e práticas de um grupo de professores e de alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB) em relação à avaliação, com enfoque na autoavaliação, no contexto de um agrupamento de escolas. Centra-se, ainda, na análise sobre o modo como a supervisão pedagógica e o trabalho colaborativo, entre pares, podem desempenhar um papel fundamental na articulação curricular, com vista ao desenvolvimento de competências essenciais de práticas de autoavaliação em todos os alunos. Trata-se de um estudo empírico com desenho de estudo de caso de cariz qualitativo. À luz de um paradigma interpretativo, privilegiam-se as linhas orientadoras de um método qualitativo de investigação. Por consequência, para melhor compreender e interpretar significados de interações em situações particulares e a sua evolução, procedeu-se a uma abordagem metodológica diversificada, mas complementar, imersa no mundo empírico. Enquanto estudo empírico, fundamenta-se na imersão subjetiva do investigador numa realidade escolar, efémera mas significativa, num contexto circunscrito a duas escolas do 1.º CEB do concelho de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, no decorrer do ano letivo de 2011/2012. Os resultados obtidos através da análise dos inquéritos por questionário aos professores e alunos, inquéritos por entrevista aos professores envolvidos no estudo, análise do instrumento de autoavaliação do agrupamento e análise do instrumento de autoavaliação reformulado no âmbito da intervenção, bem como dos registos de avaliação sumativa dos alunos, permitem concluir que a prática continuada da autoavaliação das aprendizagens se apresenta como um meio de promoção da regulação das aprendizagens, da reflexão e da emancipação dos alunos e, ao mesmo tempo, como facilitadora da promoção do trabalho colaborativo entre professores, no qual o supervisor tem um papel fundamental, perspetivando a qualidade da escola e a melhoria das aprendizagens dos alunos.