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Um ensaio sobre o habitar autobiográfico: a influência cultural na arquitetura, no século XX

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação foca-se no estudo das casas que os arquitetos projetam para si mesmos, as quais designamos de casas autobiográficas, abordando questões culturais e pessoais, procurando perceber como é que estas se refletem naquele habitar. Para isto, foram escolhidos cinco casos exemplares que representam diferentes planos de fundo culturais, rio século XX. Visando recolher informações, tanto sobre o arquiteto, como sobre a casa, propõe-se o estudo da abordagem arquitetónica e cultural dos mesmos, assim como a interferência da “cultura do lugar" na construção e habitabilidade das respetivas casas. A essência da domesticidade destas casas autobiográficas torna-se a gênese desta investigação. Afinal o que faz uma casa ser a casa de alguém? Estas reagem às experiências e influências dos arquitetos autores, sendo moldadas aos poucos, pelos percursos dos mesmos, até chocarem-se com a "cultura do lugar". Serão as casas autobiográficas realmente um reflexo perfeito deste percurso?
Autores principais:Beck, Maria Eduarda dos Santos
Assunto:Domesticidade Interferência cultural Autobiográfico Dwelling Domesticity Cultural interference Autobiographical Humanidades::Artes
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Esta dissertação foca-se no estudo das casas que os arquitetos projetam para si mesmos, as quais designamos de casas autobiográficas, abordando questões culturais e pessoais, procurando perceber como é que estas se refletem naquele habitar. Para isto, foram escolhidos cinco casos exemplares que representam diferentes planos de fundo culturais, rio século XX. Visando recolher informações, tanto sobre o arquiteto, como sobre a casa, propõe-se o estudo da abordagem arquitetónica e cultural dos mesmos, assim como a interferência da “cultura do lugar" na construção e habitabilidade das respetivas casas. A essência da domesticidade destas casas autobiográficas torna-se a gênese desta investigação. Afinal o que faz uma casa ser a casa de alguém? Estas reagem às experiências e influências dos arquitetos autores, sendo moldadas aos poucos, pelos percursos dos mesmos, até chocarem-se com a "cultura do lugar". Serão as casas autobiográficas realmente um reflexo perfeito deste percurso?