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Introdução: sobre o governo das escolas
| Resumo: | Em torno do governo das escolas, e partindo da análise da situação em diferentes países, os autores adotam aqui distintos olhares teóricos e metodológicos, registos variados, mas em geral incidindo sobre: 1) os fenómenos de erosão democrática no governo e na administração das escolas; 2) os impactos que as políticas públicas inspiradas nas abordagens gerencialistas têm conhecido em contextos diversos; 3) os discursos e conceitos de autonomia, descentralização e participação, hoje sujeitos a abordagens que chegam a ser antagónicas quanto aos seus pressupostos políticos e educativos; 4) a revalorização da figura de diretor ou gestor escolar, seja numa perspetiva política de governo das escolas através de um “rosto” bem identificado e do seu direito de gerir, seja a partir de uma justificação de tipo técnico-instrumental, ou seja, ainda, com base na defesa da necessidade de uma mais forte liderança pedagógica das escolas e dos professores; 5) a gestão pela produção, medição e controlo dos resultados escolares em ambiente crescentemente competitivo, através de avaliações em grande escala, da elaboração de rankings e de outros processos que só raramente contribuem para a compreensão dos fatores que influenciam a desigualdade de resultados escolares no interior da mesma escola. |
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| Autores principais: | Lima, Licínio C. |
| Outros Autores: | Sá, Virgínio |
| Assunto: | Governo das escolas Democratização Diretor Gerencialismo Autonomia |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Em torno do governo das escolas, e partindo da análise da situação em diferentes países, os autores adotam aqui distintos olhares teóricos e metodológicos, registos variados, mas em geral incidindo sobre: 1) os fenómenos de erosão democrática no governo e na administração das escolas; 2) os impactos que as políticas públicas inspiradas nas abordagens gerencialistas têm conhecido em contextos diversos; 3) os discursos e conceitos de autonomia, descentralização e participação, hoje sujeitos a abordagens que chegam a ser antagónicas quanto aos seus pressupostos políticos e educativos; 4) a revalorização da figura de diretor ou gestor escolar, seja numa perspetiva política de governo das escolas através de um “rosto” bem identificado e do seu direito de gerir, seja a partir de uma justificação de tipo técnico-instrumental, ou seja, ainda, com base na defesa da necessidade de uma mais forte liderança pedagógica das escolas e dos professores; 5) a gestão pela produção, medição e controlo dos resultados escolares em ambiente crescentemente competitivo, através de avaliações em grande escala, da elaboração de rankings e de outros processos que só raramente contribuem para a compreensão dos fatores que influenciam a desigualdade de resultados escolares no interior da mesma escola. |
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