Publicação
Questionário de envolvimento académico (QEA) : novos elementos para a sua validação
| Resumo: | O presente trabalho apresenta e discute os resultados de um novo estudo de validação do Questionário de Envolvimento Académico (QEA; Soares & Almeida, 2001), que considera as versões A (expectativas) e B (comportamentos) do instrumento tomadas conjunta e separadamente. Com efeito, apesar do QEA ter sido alvo de um estudo prévio que comprovou a sua validade e fidelidade (cf. Soares & Almeida, 2001), a verdade é que esse estudo tomou os dados relativos às versões A e B de uma forma conjunta, deixando em aberto a necessidade de analisar em que medida a estrutura dimensional da escala entretanto definida se mantém estável de um para o outro momento de recolha da medida. O estudo foi conduzido junto de uma amostra de 667 estudantes a frequentar o 1º ano de 16 cursos de licenciatura da Universidade do Minho. Os resultados apontam para a estabilidade da estrutura dimensional da escala (definida por cinco factores e 38 itens), legitimando, assim, a utilização de ambas as versões e a realização de estudos comparativos. |
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| Autores principais: | Soares, Ana Paula |
| Outros Autores: | Almeida, Leandro S. |
| Assunto: | Questionário de envolvimento académico Expectativas académicas Comportamentos de envolvimento académico Adaptação à Universidade |
| Ano: | 2005 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O presente trabalho apresenta e discute os resultados de um novo estudo de validação do Questionário de Envolvimento Académico (QEA; Soares & Almeida, 2001), que considera as versões A (expectativas) e B (comportamentos) do instrumento tomadas conjunta e separadamente. Com efeito, apesar do QEA ter sido alvo de um estudo prévio que comprovou a sua validade e fidelidade (cf. Soares & Almeida, 2001), a verdade é que esse estudo tomou os dados relativos às versões A e B de uma forma conjunta, deixando em aberto a necessidade de analisar em que medida a estrutura dimensional da escala entretanto definida se mantém estável de um para o outro momento de recolha da medida. O estudo foi conduzido junto de uma amostra de 667 estudantes a frequentar o 1º ano de 16 cursos de licenciatura da Universidade do Minho. Os resultados apontam para a estabilidade da estrutura dimensional da escala (definida por cinco factores e 38 itens), legitimando, assim, a utilização de ambas as versões e a realização de estudos comparativos. |
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