Publicação
A nostalgia da fusão e o regresso ao andrógino primordial
| Resumo: | A origem da Humanidade esteve sempre associada à fragmentação da totalidade, que implementa uma visão bipolar do Mundo e do ser humano. Inerente à psique humana, a androginia é “o mais antigo arquétipo” porque resulta do “ arquétipo do Absoluto” (Singer, 1990). Este estado suplanta a experiência humana por ter a sua essência na ancestralidade psíquica e divina da Humanidade. Perante a magnitude temática, longe de elucidar o paradoxo ecuménico dos sexos, este artigo pretende partilhar um interseccionar de ideias e doutrinas cuja finalidade comum é o regresso ao ser Primordial, uno, perfeito e feliz. |
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| Autores principais: | Ruas, Manuela |
| Outros Autores: | Rabot, Jean-Martin; Mota-Ribeiro, Silvana |
| Assunto: | Androginia Mito Género Identidade Imaginário Androgyny Myth Gender Identity Imaginary |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A origem da Humanidade esteve sempre associada à fragmentação da totalidade, que implementa uma visão bipolar do Mundo e do ser humano. Inerente à psique humana, a androginia é “o mais antigo arquétipo” porque resulta do “ arquétipo do Absoluto” (Singer, 1990). Este estado suplanta a experiência humana por ter a sua essência na ancestralidade psíquica e divina da Humanidade. Perante a magnitude temática, longe de elucidar o paradoxo ecuménico dos sexos, este artigo pretende partilhar um interseccionar de ideias e doutrinas cuja finalidade comum é o regresso ao ser Primordial, uno, perfeito e feliz. |
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