Publicação

Educar para a autonomia de vida: uma intervenção com crianças/jovens institucionalizados

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Propósito: este projeto resultou de um trabalho de investigação/intervenção com jovens em situação residencial de acolhimento institucional, com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos, cuja finalidade se centrou na promoção da autonomia em contexto institucional através da aquisição de competências pessoais, sociais e funcionais visando um desenvolvimento integral. Métodos: a nossa intervenção desenvolveu-se no âmbito do paradigma interpretativo/ hermenêutico recorrendo à metodologia de investigação-ação participativa e técnicas de animação sociocultural, enquanto metodologia de intervenção educativa que promove a implicação e participação ativa dos participantes através de métodos e técnicas ativas. Utilizaram-se técnicas de recolha de dados predominantemente qualitativas, embora os dados quantitativos não tenham sido descurados O projeto desenvolveu-se com base na implementação de quatro Ateliers (Gestão Doméstica; Cinema; Jogos Lúdico-Pedagógicos e Acompanhamento) com o objetivo de desenvolver competências ao nível da aprendizagem e estudo, da autonomia funcional, pessoal e relacional. Resultados: a intervenção teve resultados positivos dado que na avaliação final do projeto, quer os participantes, quer os técnicos apontaram uma melhoria significativa nos comportamentos e atitudes dos jovens; melhor relacionamento entre pares e com os profissionais; maior sentido de responsabilidade e melhor preparação para uma vida autónoma. Conclusões: este projeto evidenciou a importância da animação sociocultural como intervenção socioeducativa promotora da consciencialização dos problemas e da capacitação para os resolver, fazendo dos participantes os agentes ativos ou protagonistas da trans(formação) das suas condições de vida.
Autores principais:Antunes, Maria da Conceição Pinto
Outros Autores:Correia, Liliana Filipa Lopes
Assunto:Jovens institucionalizados Intervenção socioeducativa Autonomia Institutionalized young people Socioeducative intervention Autonomy
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Propósito: este projeto resultou de um trabalho de investigação/intervenção com jovens em situação residencial de acolhimento institucional, com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos, cuja finalidade se centrou na promoção da autonomia em contexto institucional através da aquisição de competências pessoais, sociais e funcionais visando um desenvolvimento integral. Métodos: a nossa intervenção desenvolveu-se no âmbito do paradigma interpretativo/ hermenêutico recorrendo à metodologia de investigação-ação participativa e técnicas de animação sociocultural, enquanto metodologia de intervenção educativa que promove a implicação e participação ativa dos participantes através de métodos e técnicas ativas. Utilizaram-se técnicas de recolha de dados predominantemente qualitativas, embora os dados quantitativos não tenham sido descurados O projeto desenvolveu-se com base na implementação de quatro Ateliers (Gestão Doméstica; Cinema; Jogos Lúdico-Pedagógicos e Acompanhamento) com o objetivo de desenvolver competências ao nível da aprendizagem e estudo, da autonomia funcional, pessoal e relacional. Resultados: a intervenção teve resultados positivos dado que na avaliação final do projeto, quer os participantes, quer os técnicos apontaram uma melhoria significativa nos comportamentos e atitudes dos jovens; melhor relacionamento entre pares e com os profissionais; maior sentido de responsabilidade e melhor preparação para uma vida autónoma. Conclusões: este projeto evidenciou a importância da animação sociocultural como intervenção socioeducativa promotora da consciencialização dos problemas e da capacitação para os resolver, fazendo dos participantes os agentes ativos ou protagonistas da trans(formação) das suas condições de vida.