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A vigilância fixa na deteção de incêndios florestais - o caso de Fafe

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os incêndios florestais em Portugal continental são bem conhecidos pela população portuguesa, e os dramáticos anos de 2003, 2005 e 2017 têm neste âmbito, uma importância acrescida. Sendo este risco recorrente e induzido pelo ser humano, sistematicamente temos assistido ao surgimento de novos planos e medidas preventivas para a defesa da floresta contra incêndios. Deste modo, a vigilância do território português é crucial na antecipação da manifestação deste risco, permitindo, a partir da deteção de uma ignição, evitar/reduzir o desaparecimento de grandes áreas florestais e a perda de vidas humanas, de animais e bens materiais. Este estudo é direcionado para a vigilância fixa, nomeadamente a Rede Nacional de Postos de Vigia (RNPV), que tem como missão, no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SNDFCI), a deteção de incêndios florestais. Esta Rede, construída ao longo das últimas seis décadas do século passado, apresenta algumas debilidades, sendo urgente repensar a localização de alguns postos, o que permitiria melhorar a sua eficácia global. Neste contexto, o nosso caso de estudo localiza-se no concelho de Fafe, no qual se encontra localizado o posto de vigia 26-03 (Monte de Santa Marinha - UF de Freitas e Vila Cova). Esta escolha prende-se com o fato das áreas florestais de Fafe apresentarem um elevado risco de incêndio florestal a que se soma alguns problemas de visibilidade do referido posto, os quais têm contribuído para reduzir a eficácia da sua missão. Assim, no final do presente estudo, apontamos algumas sugestões, nomeadamente ao nível da vigilância móvel, como complemento da vigilância fixa.
Autores principais:Gomes, Rosa Mariana Gonçalves
Assunto:Deteção Fafe Incêndios florestais Posto de vigia Vigilância fixa Detection Forest fires Lookout towers Fixed vigilance
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Os incêndios florestais em Portugal continental são bem conhecidos pela população portuguesa, e os dramáticos anos de 2003, 2005 e 2017 têm neste âmbito, uma importância acrescida. Sendo este risco recorrente e induzido pelo ser humano, sistematicamente temos assistido ao surgimento de novos planos e medidas preventivas para a defesa da floresta contra incêndios. Deste modo, a vigilância do território português é crucial na antecipação da manifestação deste risco, permitindo, a partir da deteção de uma ignição, evitar/reduzir o desaparecimento de grandes áreas florestais e a perda de vidas humanas, de animais e bens materiais. Este estudo é direcionado para a vigilância fixa, nomeadamente a Rede Nacional de Postos de Vigia (RNPV), que tem como missão, no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SNDFCI), a deteção de incêndios florestais. Esta Rede, construída ao longo das últimas seis décadas do século passado, apresenta algumas debilidades, sendo urgente repensar a localização de alguns postos, o que permitiria melhorar a sua eficácia global. Neste contexto, o nosso caso de estudo localiza-se no concelho de Fafe, no qual se encontra localizado o posto de vigia 26-03 (Monte de Santa Marinha - UF de Freitas e Vila Cova). Esta escolha prende-se com o fato das áreas florestais de Fafe apresentarem um elevado risco de incêndio florestal a que se soma alguns problemas de visibilidade do referido posto, os quais têm contribuído para reduzir a eficácia da sua missão. Assim, no final do presente estudo, apontamos algumas sugestões, nomeadamente ao nível da vigilância móvel, como complemento da vigilância fixa.