Publicação
O Museu do Porto: uma museologia polinucleada
| Resumo: | A proposta desta dissertação passa por realizar um estudo de caso sobre o Museu da Cidade do Porto, atualmente denominado Museu do Porto. Desde 2022, este tem vindo a ser reestruturado sob a orientação do Doutor Jorge Sobrado. Alteram-se os espaços e dinamizaram-se os mesmos, instaurando um novo e importante núcleo – a Alfândega do Porto. A ideia inicial da construção do Museu da Cidade surgiu na década de 1990, quando Manuela de Melo, vereadora da Câmara Municipal do Porto, procurava preencher uma lacuna nas infraestruturas museológicas da cidade. Nos anos posteriores existiram várias abordagens, contudo, só em 2002 é que se deu a inauguração, tendo-se optado pela criação de vários núcleos temáticos, isto é, um Museu da Cidade descentralizado. Os núcleos que constituíam o Museu inicialmente eram o Arqueossítio da Rua de D. Hugo, a Casa do Infante, o Gabinete de Numismática, o Museu do Vinho do Porto e o Museu Romântico da Quinta da Macieirinha. Em 2016, decidiu-se juntar a Casa-Museu Guerra Junqueiro e a Casa Marta Ortigão Sampaio, bem como os Caminhos do Romântico. Em 2019, o conceito do Museu da Cidade alterou-se por completo, tendo sido criado um museu enucleado que se espalhava capilarmente pelas ruas da cidade, reunindo 17 estações museológicas, divididas em 5 principais eixos, com diferentes temáticas. Esta dissertação está então direcionada para o conhecimento dos antecedentes do Museu da Cidade, para a sua nova museologia e para tudo o que esta engloba, constituindo assim um estudo de caso sobre o mesmo. |
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| Autores principais: | Teixeira, Mariana Cristina da Silva |
| Assunto: | Museologia Museu da Cidade Museu do Porto Património Cultural City Museum Cultural Heritage Museology Porto Museum |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A proposta desta dissertação passa por realizar um estudo de caso sobre o Museu da Cidade do Porto, atualmente denominado Museu do Porto. Desde 2022, este tem vindo a ser reestruturado sob a orientação do Doutor Jorge Sobrado. Alteram-se os espaços e dinamizaram-se os mesmos, instaurando um novo e importante núcleo – a Alfândega do Porto. A ideia inicial da construção do Museu da Cidade surgiu na década de 1990, quando Manuela de Melo, vereadora da Câmara Municipal do Porto, procurava preencher uma lacuna nas infraestruturas museológicas da cidade. Nos anos posteriores existiram várias abordagens, contudo, só em 2002 é que se deu a inauguração, tendo-se optado pela criação de vários núcleos temáticos, isto é, um Museu da Cidade descentralizado. Os núcleos que constituíam o Museu inicialmente eram o Arqueossítio da Rua de D. Hugo, a Casa do Infante, o Gabinete de Numismática, o Museu do Vinho do Porto e o Museu Romântico da Quinta da Macieirinha. Em 2016, decidiu-se juntar a Casa-Museu Guerra Junqueiro e a Casa Marta Ortigão Sampaio, bem como os Caminhos do Romântico. Em 2019, o conceito do Museu da Cidade alterou-se por completo, tendo sido criado um museu enucleado que se espalhava capilarmente pelas ruas da cidade, reunindo 17 estações museológicas, divididas em 5 principais eixos, com diferentes temáticas. Esta dissertação está então direcionada para o conhecimento dos antecedentes do Museu da Cidade, para a sua nova museologia e para tudo o que esta engloba, constituindo assim um estudo de caso sobre o mesmo. |
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