Publicação
Colaboração em inovação e concorrência
| Resumo: | A crescente instabilidade do ambiente competitivo, com ciclos de produto e tecnológicos mais curtos, forçou as empresas a reconsiderar sua estratégia de inovação, a fim de ampliar sua base tecnológica. A crescente complexidade dos processos de conhecimento leva as empresas a irem além das suas próprias fronteiras do conhecimento e capacidades, a fim de complementarem as suas próprias capacidades. Neste contexto, a colaboração ganhou um papel importante no processo de inovação no nível da empresa, uma vez que as atividades de colaboração em inovação são consideradas um meio eficiente para a organização industrial de processos complexos de I&D e inovação. Contribuímos para a literatura sobre colaboração em atividades de inovação que procura identificar as características que influenciam a escolha da colaboração com dados provenientes do Inquérito Comunitário à Inovação em Portugal. Aplicamos um modelo de seleção probit para explicar a decisão da empresa de colaborar (ou não) e o tipo de colaboração Além de um conjunto de características específicas à empresa, analisamos também o efeito da concorrência e da intensidade tecnológica do setor de atividade da empresa. Os nossos resultados mostram que as empresas mais inovadoras, de maior dimensão, com maiores vendas e que recebem apoios financeiros à inovação, que operam em setores de maior intensidade tecnológica tendem a fazer colaboração. Além disso, também descobrimos que um aumento na concentração de mercado provoca um aumento na probabilidade de colaborar. |
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| Autores principais: | Duarte, Maria Jorge Lira |
| Assunto: | Atividades de inovação Colaboração em inovação Tipos de parceiros de colaboração Concorrência Determinantes Innovation activities R&D cooperation Types of cooperation partners Competition Determinants |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A crescente instabilidade do ambiente competitivo, com ciclos de produto e tecnológicos mais curtos, forçou as empresas a reconsiderar sua estratégia de inovação, a fim de ampliar sua base tecnológica. A crescente complexidade dos processos de conhecimento leva as empresas a irem além das suas próprias fronteiras do conhecimento e capacidades, a fim de complementarem as suas próprias capacidades. Neste contexto, a colaboração ganhou um papel importante no processo de inovação no nível da empresa, uma vez que as atividades de colaboração em inovação são consideradas um meio eficiente para a organização industrial de processos complexos de I&D e inovação. Contribuímos para a literatura sobre colaboração em atividades de inovação que procura identificar as características que influenciam a escolha da colaboração com dados provenientes do Inquérito Comunitário à Inovação em Portugal. Aplicamos um modelo de seleção probit para explicar a decisão da empresa de colaborar (ou não) e o tipo de colaboração Além de um conjunto de características específicas à empresa, analisamos também o efeito da concorrência e da intensidade tecnológica do setor de atividade da empresa. Os nossos resultados mostram que as empresas mais inovadoras, de maior dimensão, com maiores vendas e que recebem apoios financeiros à inovação, que operam em setores de maior intensidade tecnológica tendem a fazer colaboração. Além disso, também descobrimos que um aumento na concentração de mercado provoca um aumento na probabilidade de colaborar. |
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