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Tráfico de pessoas: perceção dos profissionais de saúde

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Tráfico de Pessoas é um fenómeno à escala mundial que provoca nas vítimas grande impacto ao nível social, psicológico e físico. Os profissionais de saúde desempenham um papel importantíssimo na identificação, avaliação e encaminhamento destas vítimas sendo que as perceções que estes possuem influencia diretamente o seu comportamento e, consequentemente, a forma como atuam. Este estudo tem como objetivo analisar e identificar as perceções dos profissionais de saúde relativamente ao Tráfico de Pessoas. Participaram nesta investigação 130 profissionais de saúde, 98 mulheres (75.40%) e 32 homens (24.6 %) com uma média de idades de 39.64 anos. Os resultados mostraram que os profissionais de saúde tinham perceções mais elevadas nos clusters Tráfico Infantil e Características do Ofensor, sendo as suas perceções mais adequadas naqueles que realizaram atendimento prévio a vítimas de TP, que possuíam um nível académico mais elevado e quando tinham algum tipo de contacto com o fenómeno (formal, informal ou ambos). O contacto formal revelou-se um aspeto preponderante na aquisição de perceções mais adequadas relativamente ao fenómeno. Contudo, ainda existem aspetos que podem ser melhorados, um dos quais é a necessidade de que ações de sensibilização e formação para este grupo profissional seja aumentada.
Autores principais:Figueiredo, Sara Raquel Martins de
Assunto:Perceções Práticas Profissionais de saúde Tráfico de pessoas Perceptions Practices Health professionals Human trafficking
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O Tráfico de Pessoas é um fenómeno à escala mundial que provoca nas vítimas grande impacto ao nível social, psicológico e físico. Os profissionais de saúde desempenham um papel importantíssimo na identificação, avaliação e encaminhamento destas vítimas sendo que as perceções que estes possuem influencia diretamente o seu comportamento e, consequentemente, a forma como atuam. Este estudo tem como objetivo analisar e identificar as perceções dos profissionais de saúde relativamente ao Tráfico de Pessoas. Participaram nesta investigação 130 profissionais de saúde, 98 mulheres (75.40%) e 32 homens (24.6 %) com uma média de idades de 39.64 anos. Os resultados mostraram que os profissionais de saúde tinham perceções mais elevadas nos clusters Tráfico Infantil e Características do Ofensor, sendo as suas perceções mais adequadas naqueles que realizaram atendimento prévio a vítimas de TP, que possuíam um nível académico mais elevado e quando tinham algum tipo de contacto com o fenómeno (formal, informal ou ambos). O contacto formal revelou-se um aspeto preponderante na aquisição de perceções mais adequadas relativamente ao fenómeno. Contudo, ainda existem aspetos que podem ser melhorados, um dos quais é a necessidade de que ações de sensibilização e formação para este grupo profissional seja aumentada.