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Justiça nas organizações : um modelo tetra-dimensional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O estudo expõe evidência empírica atinente à dimensionalização do construto das percepções de justiça organizacional. A amostra é composta por 366 indivíduos, que foram convidados a reportar as suas percepções de justiça e os seus níveis de comprometimento afectivo. As análises factoriais confirmatórias sugerem que o modelo de quatro dimensões de justiça (distributiva, procedimental, interpessoal, informacional) se ajusta melhor aos dados do que o modelo de três dimensões (em que as vertentes interpessoal e informacional são agregadas numa mesma componente interaccional) e o de duas dimensões (as vertentes procedimentais e interaccionais foram agregadas num só factor). A consideração separada das quatro dimensões também faculta poderes explicativos superiores para o comprometimento afectivo. Os resultados sugerem que o instrumento de medida das percepções de justiça denota boas propriedades psicométricas, e que o modelo tetra-dimensional merece ser considerado mais atentamente em estudos posteriores.
Autores principais:Rego, Arménio
Outros Autores:Carvalho, Maria Teresa; Leite, Regina Maria de Oliveira; Freire, Carla Maria Freitas da Costa; Vieira, Armando
Assunto:Justiça distributiva Justiça procedimental Justiça interpessoal Justiça informacional Comprometimento organizacional afectivo Distributive justice Procedural justice Interpersonal justice Informational justice Affective organizational commitment
Ano:2002
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O estudo expõe evidência empírica atinente à dimensionalização do construto das percepções de justiça organizacional. A amostra é composta por 366 indivíduos, que foram convidados a reportar as suas percepções de justiça e os seus níveis de comprometimento afectivo. As análises factoriais confirmatórias sugerem que o modelo de quatro dimensões de justiça (distributiva, procedimental, interpessoal, informacional) se ajusta melhor aos dados do que o modelo de três dimensões (em que as vertentes interpessoal e informacional são agregadas numa mesma componente interaccional) e o de duas dimensões (as vertentes procedimentais e interaccionais foram agregadas num só factor). A consideração separada das quatro dimensões também faculta poderes explicativos superiores para o comprometimento afectivo. Os resultados sugerem que o instrumento de medida das percepções de justiça denota boas propriedades psicométricas, e que o modelo tetra-dimensional merece ser considerado mais atentamente em estudos posteriores.