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Comunicação low cost: desinvestimento ou fórmula de sucesso?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O termo low cost invadiu o nosso quotidiano. Começou com as companhias de aviação, mas rapidamente se estendeu às telecomunicações, à moda, aos hotéis, aos automóveis e o conceito não pára de se replicar. Particularmente numa conjuntura económica desfavorável, como a que atravessamos, os consumidores estão mais sensíveis ao preço e há empresas que respondem com cortes nos seus custos para oferecerem soluções mais baratas. Mas a “democratização” que este conceito permite e a globalização a que assistimos talvez sejam uma temporária ilusão. Com este trabalho pretendemos contribuir para o estudo do mercado português da comunicação, analisando a forma de actuação das agências nacionais. Nesse sentido, propomo-nos reflectir sobre o conceito low cost no mercado da comunicação, a filosofia das agências que adoptam este posicionamento, o tipo de serviço prestado e de que forma sustentam a sua vantagem competitiva. Com este trabalho e o estudo empírico a ele subjacente consultamos as microempresas e PMEs nacionais – predominantes no tecido empresarial português – para percebermos a receptividade das empresas portuguesas às agências de comunicação low cost. Desta forma, procuraremos concluir se em Portugal comunicação low cost é sinónimo de desinvestimento ou uma fórmula de sucesso.
Autores principais:Pereira, Carla Sofia Carvalho
Outros Autores:Azevedo, António Joaquim Araújo de
Assunto:Low Cost Agências Relação Agência-Cliente Posicionamento Comunicação Vantagem Competitiva Criatividade
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:working paper
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O termo low cost invadiu o nosso quotidiano. Começou com as companhias de aviação, mas rapidamente se estendeu às telecomunicações, à moda, aos hotéis, aos automóveis e o conceito não pára de se replicar. Particularmente numa conjuntura económica desfavorável, como a que atravessamos, os consumidores estão mais sensíveis ao preço e há empresas que respondem com cortes nos seus custos para oferecerem soluções mais baratas. Mas a “democratização” que este conceito permite e a globalização a que assistimos talvez sejam uma temporária ilusão. Com este trabalho pretendemos contribuir para o estudo do mercado português da comunicação, analisando a forma de actuação das agências nacionais. Nesse sentido, propomo-nos reflectir sobre o conceito low cost no mercado da comunicação, a filosofia das agências que adoptam este posicionamento, o tipo de serviço prestado e de que forma sustentam a sua vantagem competitiva. Com este trabalho e o estudo empírico a ele subjacente consultamos as microempresas e PMEs nacionais – predominantes no tecido empresarial português – para percebermos a receptividade das empresas portuguesas às agências de comunicação low cost. Desta forma, procuraremos concluir se em Portugal comunicação low cost é sinónimo de desinvestimento ou uma fórmula de sucesso.