Publicação
Introdução: Imaginar “futuros” do trabalho, contextos e vivências subjetivas
| Resumo: | A urgência de respostas face à intensificação de crises económico-financeiras recorrentes tem conduzido a uma aceleração sem precedentes no domínio tecnológico, designada por Revolução 4.0. Por oposição à evolução gradual ou linear, típica das revoluções tecnológicas precedentes, a difusão da economia digital, em especial das plataformas digitais de trabalho, representa um enorme desafio pela sua intrínseca complexidade, imprevisibilidade e desmaterialização de processos, produtos, bens e serviços. Nada nem ninguém se encontra totalmente imune à redução do tempo de vida das tecnologias resultante da inovação constante. As transformações decorrentes dessa volatilidade tecnológica penetram todos os domínios da vida pública e privada (Schwab, 2018; Gerd, 2017; Beck, 2015). Mas, naturalmente, as mudanças com impacto na realidade laboral não se esgotam nas questões tecnológicas. Também os processos globais de mudança nos estilos de vida, estruturas e papéis familiares e educacionais afetam as organizações, os mercados de trabalho, os padrões de mobilidade profissional e o próprio potencial de empregabilidade de cada sociedade |
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| Autores principais: | Marques, Ana Paula |
| Outros Autores: | Chaves, Miguel; Serra, Helena; Urze, Paula |
| Assunto: | Futuros do trabalho Vivências subjetivas |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A urgência de respostas face à intensificação de crises económico-financeiras recorrentes tem conduzido a uma aceleração sem precedentes no domínio tecnológico, designada por Revolução 4.0. Por oposição à evolução gradual ou linear, típica das revoluções tecnológicas precedentes, a difusão da economia digital, em especial das plataformas digitais de trabalho, representa um enorme desafio pela sua intrínseca complexidade, imprevisibilidade e desmaterialização de processos, produtos, bens e serviços. Nada nem ninguém se encontra totalmente imune à redução do tempo de vida das tecnologias resultante da inovação constante. As transformações decorrentes dessa volatilidade tecnológica penetram todos os domínios da vida pública e privada (Schwab, 2018; Gerd, 2017; Beck, 2015). Mas, naturalmente, as mudanças com impacto na realidade laboral não se esgotam nas questões tecnológicas. Também os processos globais de mudança nos estilos de vida, estruturas e papéis familiares e educacionais afetam as organizações, os mercados de trabalho, os padrões de mobilidade profissional e o próprio potencial de empregabilidade de cada sociedade |
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