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Caraterização de meios de supressão no combate a fogos florestais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação centra o seu estudo na avaliação da energia de supressão disponível numa unidade de Bombeiros para melhorar a avaliação da tomada de decisão numa primeira intervenção. Os incêndios florestais são um fenómeno de extrema complexidade e que tem assolado o território nacional ano após ano, implicando um esforço hercúleo dos bombeiros portugueses. A supressão de um incêndio florestal deve ser realizada nos primeiros minutos de registo da ocorrência, quando o mesmo ainda se encontra com uma menor frente de fogo, antes que a mesma atinja proporções onde pouco resta a fazer em termos de meio de combate direto, sendo os bombeiros obrigados a técnicas de combate indireto. No caso de estudo, a forma de supressão em causa é com recurso a água através dos meios de combate a incêndios florestais terrestres. A capacidade destes meios varia consoante a sua função e é necessário ter uma boa avaliação de qual o meio devido na primeira intervenção, tendo também por base a localização do incêndio, uma vez que o comportamento do fogo depende principalmente do combustível (neste caso vegetal), condições meteorológicas e a topografia. Com esta dissertação pretende-se desenvolver um estudo sobre a energia disponível ao corpo de Bombeiros de Baião, área bastante fustigada recentemente por graves incêndios florestais, em termo de carga total dos seus meios de combate. Foram analisados os incidentes ocorridos nos últimos anos, bem como uma avaliação da área ardida para posterior comparação com a capacidade de supressão existente no quartel dos bombeiros. Esta relação será útil às unidades de Bombeiros para melhor avaliar a primeira intervenção, intervenção mais importante no combate a um incêndio florestal. Será tido em conta a capacidade que os meios de combate têm de supressão de incêndios florestais com base no fluxo de calor externo absorvido e respetiva correspondência em termos de hectares.
Autores principais:Brito, Rui Filipe Galvão
Assunto:Meio de supressão Água Energia térmica Incêndios florestais Wildfires Thermal energy Water Suppression methods
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Esta dissertação centra o seu estudo na avaliação da energia de supressão disponível numa unidade de Bombeiros para melhorar a avaliação da tomada de decisão numa primeira intervenção. Os incêndios florestais são um fenómeno de extrema complexidade e que tem assolado o território nacional ano após ano, implicando um esforço hercúleo dos bombeiros portugueses. A supressão de um incêndio florestal deve ser realizada nos primeiros minutos de registo da ocorrência, quando o mesmo ainda se encontra com uma menor frente de fogo, antes que a mesma atinja proporções onde pouco resta a fazer em termos de meio de combate direto, sendo os bombeiros obrigados a técnicas de combate indireto. No caso de estudo, a forma de supressão em causa é com recurso a água através dos meios de combate a incêndios florestais terrestres. A capacidade destes meios varia consoante a sua função e é necessário ter uma boa avaliação de qual o meio devido na primeira intervenção, tendo também por base a localização do incêndio, uma vez que o comportamento do fogo depende principalmente do combustível (neste caso vegetal), condições meteorológicas e a topografia. Com esta dissertação pretende-se desenvolver um estudo sobre a energia disponível ao corpo de Bombeiros de Baião, área bastante fustigada recentemente por graves incêndios florestais, em termo de carga total dos seus meios de combate. Foram analisados os incidentes ocorridos nos últimos anos, bem como uma avaliação da área ardida para posterior comparação com a capacidade de supressão existente no quartel dos bombeiros. Esta relação será útil às unidades de Bombeiros para melhor avaliar a primeira intervenção, intervenção mais importante no combate a um incêndio florestal. Será tido em conta a capacidade que os meios de combate têm de supressão de incêndios florestais com base no fluxo de calor externo absorvido e respetiva correspondência em termos de hectares.