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Saúde mental e utilização de psicofármacos em crianças e jovens em regime de acolhimento residencial em Portugal – um estudo exploratório

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A elevada prevalência de problemas de comportamento e de perturbações de saúde mental das crianças e jovens nas instituições dos sistemas de proteção são internacionalmente reconhecidas. A medicação psicotrópica constitui uma modalidade de intervenção nestas condições cuja utilização tem vindo a aumentar de forma consistente nos últimos anos, desconhecendo-se todavia as suas implicações a médio e longo prazo no funcionamento e desenvolvimento destas crianças e jovens. Neste artigo, a partir da caraterização dos problemas do foro psicológico e comportamental das crianças e jovens com medidas de acolhimento residencial em 11 instituições portuguesas e das modalidades de intervenção de que são objeto, procura-se discutir a utilização de psicofármacos neste contexto.
Autores principais:Pires, Joana Margarida Moura
Outros Autores:Martins, Paula Cristina
Assunto:Saúde mental Psicofármacos Acolhimento residencial Proteção de crianças Santé mentale Médicaments psychotropes Accueil des enfants et des jeunes Mental health Psychotropic drugs Residential child care
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A elevada prevalência de problemas de comportamento e de perturbações de saúde mental das crianças e jovens nas instituições dos sistemas de proteção são internacionalmente reconhecidas. A medicação psicotrópica constitui uma modalidade de intervenção nestas condições cuja utilização tem vindo a aumentar de forma consistente nos últimos anos, desconhecendo-se todavia as suas implicações a médio e longo prazo no funcionamento e desenvolvimento destas crianças e jovens. Neste artigo, a partir da caraterização dos problemas do foro psicológico e comportamental das crianças e jovens com medidas de acolhimento residencial em 11 instituições portuguesas e das modalidades de intervenção de que são objeto, procura-se discutir a utilização de psicofármacos neste contexto.