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A prevalência da linearidade nas relações entre os conceitos de perímetro, área e volume

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No presente estudo teve-se como principal propósito conhecer, descrever e interpretar os processos desenvolvidos pelos alunos na resolução de tarefas envolvendo relações entre os conceitos de perímetro, área e volume. Participaram no estudo duas turmas, uma do 6.º ano e outra do 9.º ano, cada uma com 26 alunos. A recolha de dados foi efectuada através de um teste, incluindo questões sobre os conceitos de perímetro, área, volume e suas relações. Em termos de resultados, verificou-se que a grande maioria dos alunos, quer do 6.º ano quer do 9º ano, estabeleceu relações lineares entre os conceitos, as quais conduziram sempre a respostas correctas quando se tratava de relações entre perímetros e a respostas incorrectas quando se tratava de relações entre áreas e entre volumes. Entre os dois anos escolares não se salientaram diferenças significativas no tipo de respostas dadas e nas estratégias usadas.
Autores principais:Martins, Isabel Afonso
Outros Autores:Fernandes, José António
Assunto:Relações entre os conceitos de perímetro, área e volume Linearidade Alunos do 6.º e do 9.º anos de escolaridade
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:No presente estudo teve-se como principal propósito conhecer, descrever e interpretar os processos desenvolvidos pelos alunos na resolução de tarefas envolvendo relações entre os conceitos de perímetro, área e volume. Participaram no estudo duas turmas, uma do 6.º ano e outra do 9.º ano, cada uma com 26 alunos. A recolha de dados foi efectuada através de um teste, incluindo questões sobre os conceitos de perímetro, área, volume e suas relações. Em termos de resultados, verificou-se que a grande maioria dos alunos, quer do 6.º ano quer do 9º ano, estabeleceu relações lineares entre os conceitos, as quais conduziram sempre a respostas correctas quando se tratava de relações entre perímetros e a respostas incorrectas quando se tratava de relações entre áreas e entre volumes. Entre os dois anos escolares não se salientaram diferenças significativas no tipo de respostas dadas e nas estratégias usadas.