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Estudo de adaptação da escala de afectos do método de autoconfrontação de Hermans à população portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O método de autoconfrontação (MAC) compreende a classificação, através de uma grelha de afectos, de cada experiência significativa (valoração) escolhida pelo indivíduo, para caracterizar a sua autonarrativa. Deste método resulta numa matriz em que cada valoração se associa a um determinado padrão afectivo. Neste estudo foi utilizada uma matriz de afectos composta por 30 termos afectivos, baseada nos procedimentos gerais do MAC, com o objectivo de analisar a validade de constructo da grelha de afectos utilizada, bem como analisar a consistência interna dos seus itens (termos de afectos) que constituem cada um dos factores. Desta forma, recorreu-se a uma análise factorial exploratória para analisar e determinar a validade do constructo. A amostra utilizada é composta por uma população universitária de 387 sujeitos, com idades compreendidas entre os 18 e 67 anos de idade. Após a análise factorial da escala de 30 afectos os resultados convergiram em 4 factores – S/P, O, P/N (factor de bem estar e sentimentos disfóricos) e N (afectos ansiógenos) – ou seja, houve uma divisão do factor N em afectos de carácter mais disfórico e ansiógeno. Realizou-se ainda uma análise da consistência interna de cada escala, confirmando-se que a divisão original efectuada pela teoria da valoração resulta em escalas coesas. Estes resultados contribuem para uma clarificação dos resultados obtidos na população Portuguesa.
Autores principais:Peixoto, Luciana Catarina Azevedo
Assunto:Método de autoconfrontação Valoração Grelha de afectos Análise factorial Consistência interna Self-confrontation method Valuation Affects grid Factorial analysis Internal consistence
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O método de autoconfrontação (MAC) compreende a classificação, através de uma grelha de afectos, de cada experiência significativa (valoração) escolhida pelo indivíduo, para caracterizar a sua autonarrativa. Deste método resulta numa matriz em que cada valoração se associa a um determinado padrão afectivo. Neste estudo foi utilizada uma matriz de afectos composta por 30 termos afectivos, baseada nos procedimentos gerais do MAC, com o objectivo de analisar a validade de constructo da grelha de afectos utilizada, bem como analisar a consistência interna dos seus itens (termos de afectos) que constituem cada um dos factores. Desta forma, recorreu-se a uma análise factorial exploratória para analisar e determinar a validade do constructo. A amostra utilizada é composta por uma população universitária de 387 sujeitos, com idades compreendidas entre os 18 e 67 anos de idade. Após a análise factorial da escala de 30 afectos os resultados convergiram em 4 factores – S/P, O, P/N (factor de bem estar e sentimentos disfóricos) e N (afectos ansiógenos) – ou seja, houve uma divisão do factor N em afectos de carácter mais disfórico e ansiógeno. Realizou-se ainda uma análise da consistência interna de cada escala, confirmando-se que a divisão original efectuada pela teoria da valoração resulta em escalas coesas. Estes resultados contribuem para uma clarificação dos resultados obtidos na população Portuguesa.