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Perseguição nos jovens em Portugal: dinâmicas, impacto e respostas à vitimação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A perseguição tem sido alvo crescente de interesse científico e legal, tanto a nível internacional como nacional. A compreensão deste fenómeno nos jovens tornou-se relevante por estes representarem um grupo de risco face este tipo de vitimação e pela ausência de estudos a nível nacional. Numa população comunitária jovem, o presente estudo teve como objetivo aferir a prevalência, a dinâmicas e os comportamentos de vitimação, bem como o impacto e a procura de ajuda face à perseguição. Assim, 227 participantes residentes em Portugal, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 16 e 25 anos, responderam ao Inventário de Vitimacão por Stalking. A prevalência de perseguição ao longo da vida foi de 29.1%. A maioria das vítimas era do sexo feminino e os perseguidores do sexo masculino. Quanto mais próxima a relação entre a vítima e perseguidor, maior a diversidade dos comportamentos. Quando as vítimas sentiram medo, o nível de impacto foi maior e estas procuraram mais frequentemente ajuda. Os resultados pretendem consciencializar para a vitimação dos jovens e contribuir para a adoção de estratégias de prevenção e intervenção.
Autores principais:Fernandes, Patrícia Martins
Assunto:Perseguição Jovens Prevalência Dinâmicas Impacto Procura de ajuda Stalking Youth Prevalence Dynamics Impact Help-seeking
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A perseguição tem sido alvo crescente de interesse científico e legal, tanto a nível internacional como nacional. A compreensão deste fenómeno nos jovens tornou-se relevante por estes representarem um grupo de risco face este tipo de vitimação e pela ausência de estudos a nível nacional. Numa população comunitária jovem, o presente estudo teve como objetivo aferir a prevalência, a dinâmicas e os comportamentos de vitimação, bem como o impacto e a procura de ajuda face à perseguição. Assim, 227 participantes residentes em Portugal, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 16 e 25 anos, responderam ao Inventário de Vitimacão por Stalking. A prevalência de perseguição ao longo da vida foi de 29.1%. A maioria das vítimas era do sexo feminino e os perseguidores do sexo masculino. Quanto mais próxima a relação entre a vítima e perseguidor, maior a diversidade dos comportamentos. Quando as vítimas sentiram medo, o nível de impacto foi maior e estas procuraram mais frequentemente ajuda. Os resultados pretendem consciencializar para a vitimação dos jovens e contribuir para a adoção de estratégias de prevenção e intervenção.