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O papel dos stakeholders no ensino superior: experiências e desafios na promoção do empreendedorismo

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Resumo:Nos últimos anos as instituições de ensino superior têm diversificado as suas estratégias de promoção de uma cultura empreendedora entre os seus alunos e diplomados, não só através da dinamização de aprendizagens formais, mas também de aprendizagens de cariz não formal e informal. Relativamente às aprendizagens de cariz informal e não formal é possível identificar um conjunto variado de atividades com vista a promoção do empreendedorismo, designadamente atividades de sensibilização, atividades de formação específicas de desenvolvimento de competências, bem como atividades com vista a mentorização e o acompanhamento de novos projetos e ideias empreendedoras. Estas atividades são desenvolvidas por um conjunto diversificado de entidades ligadas ao sistema de ensino superior, como clubes de empreendedorismo dinamizados por estudantes, gabinetes de promoção do empreendedorismo, incubadoras, entre outros atores-chave que poderão ter um papel motor na construção de um ecossistema favorável à cultura empreendedora entre os jovens qualificados. Considera-se que o sucesso destas aprendizagens empreendedoras encontra-se ancorado ao estabelecimento de parcerias concertadas entre instituições de ensino superior, governo e mercado. A partir do projeto em curso “Aprendizagens empreendedoras, cooperação e mercado de trabalho: boas práticas no ensino superior” (POAT-FSE), doravante designado de Link.EES, pretende-se apresentar os principais resultados decorrentes dos avanços da pesquisa empírica realizada, em particular do inquérito por questionário aplicado a uma amostra diversificada de entidades do ensino superior dinamizadoras de atividades de promoção do empreendedorismo de âmbito não formal e informal, bem como contribuir para uma reflexão mais ampla sobre as dinâmicas colaborativas entre os diferentes atores chave do ensino superior português empenhados na promoção deste tipo de aprendizagens empreendedoras, designadamente no que se refere às perceções dos atores sobre as principais vantagens e obstáculos inerentes a este tipo de dinâmicas.
Autores principais:Marques, Ana Paula
Outros Autores:Couto, Ana Isabel; Rocha, Paula; Moreira, Rita
Assunto:Aprendizagens empreendedoras competências cooperação stakeholders Ciências Sociais::Sociologia Trabalho digno e crescimento económico
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Nos últimos anos as instituições de ensino superior têm diversificado as suas estratégias de promoção de uma cultura empreendedora entre os seus alunos e diplomados, não só através da dinamização de aprendizagens formais, mas também de aprendizagens de cariz não formal e informal. Relativamente às aprendizagens de cariz informal e não formal é possível identificar um conjunto variado de atividades com vista a promoção do empreendedorismo, designadamente atividades de sensibilização, atividades de formação específicas de desenvolvimento de competências, bem como atividades com vista a mentorização e o acompanhamento de novos projetos e ideias empreendedoras. Estas atividades são desenvolvidas por um conjunto diversificado de entidades ligadas ao sistema de ensino superior, como clubes de empreendedorismo dinamizados por estudantes, gabinetes de promoção do empreendedorismo, incubadoras, entre outros atores-chave que poderão ter um papel motor na construção de um ecossistema favorável à cultura empreendedora entre os jovens qualificados. Considera-se que o sucesso destas aprendizagens empreendedoras encontra-se ancorado ao estabelecimento de parcerias concertadas entre instituições de ensino superior, governo e mercado. A partir do projeto em curso “Aprendizagens empreendedoras, cooperação e mercado de trabalho: boas práticas no ensino superior” (POAT-FSE), doravante designado de Link.EES, pretende-se apresentar os principais resultados decorrentes dos avanços da pesquisa empírica realizada, em particular do inquérito por questionário aplicado a uma amostra diversificada de entidades do ensino superior dinamizadoras de atividades de promoção do empreendedorismo de âmbito não formal e informal, bem como contribuir para uma reflexão mais ampla sobre as dinâmicas colaborativas entre os diferentes atores chave do ensino superior português empenhados na promoção deste tipo de aprendizagens empreendedoras, designadamente no que se refere às perceções dos atores sobre as principais vantagens e obstáculos inerentes a este tipo de dinâmicas.