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Educação para a sexualidade saudável em contexto institucional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A institucionalização de crianças e adolescentes em Portugal reflete um problema crescente na sociedade atual. Às condições socioeconómicas desfavoráveis têm vindo a juntar-se os maus tratos, o absentismo escolar e os problemas comportamentais. As crianças e jovens chegadas a instituições de acolhimento manifestam frequentemente ausência de regras e rotinas, fraca motivação e empenho, rebeldia e comportamentos inadequados, nomeadamente comportamentos sexuais. Estes têm constituído sérios problemas para os técnicos que lidam com os jovens acolhidos, na medida em que são de grande diversidade e os profissionais não estão munidos de formação específica para lhes dar resposta. A educação para a sexualidade em meio institucional afigura-se ainda mais difícil do que em meio escolar, dadas as vivências das crianças e adolescentes acolhidos que muitas vezes comportam histórias de vida sensíveis e problemáticas neste domínio. A fim de adequar uma formação para técnicos em educação para a sexualidade, iniciou-se com um diagnóstico de necessidades destes e dos adolescentes. Assim, surgem como questões de investigação: Que conceções de sexualidade possuem os adolescentes institucionalizados? Que competências de desenvolvimento pessoal e social têm estes jovens? Que necessidades de formação manifestam os técnicos das instituições?
Autores principais:Anastácio, Zélia
Outros Autores:Lopes, Graça
Assunto:Sexualidade Adolescentes Técnicos Instituições de Acolhimento
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A institucionalização de crianças e adolescentes em Portugal reflete um problema crescente na sociedade atual. Às condições socioeconómicas desfavoráveis têm vindo a juntar-se os maus tratos, o absentismo escolar e os problemas comportamentais. As crianças e jovens chegadas a instituições de acolhimento manifestam frequentemente ausência de regras e rotinas, fraca motivação e empenho, rebeldia e comportamentos inadequados, nomeadamente comportamentos sexuais. Estes têm constituído sérios problemas para os técnicos que lidam com os jovens acolhidos, na medida em que são de grande diversidade e os profissionais não estão munidos de formação específica para lhes dar resposta. A educação para a sexualidade em meio institucional afigura-se ainda mais difícil do que em meio escolar, dadas as vivências das crianças e adolescentes acolhidos que muitas vezes comportam histórias de vida sensíveis e problemáticas neste domínio. A fim de adequar uma formação para técnicos em educação para a sexualidade, iniciou-se com um diagnóstico de necessidades destes e dos adolescentes. Assim, surgem como questões de investigação: Que conceções de sexualidade possuem os adolescentes institucionalizados? Que competências de desenvolvimento pessoal e social têm estes jovens? Que necessidades de formação manifestam os técnicos das instituições?