Publicação
Colocação e cura de concreto auto-adensável em climas quentes
| Resumo: | O concreto auto-adensável (CAA) deverá apresentar qualidade e custo compatíveis para ser competitivo em relação ao concreto convencional (CC). O CAA dispensa adensamento viabilizando obras com grande densidade de armadura, dificuldade de mão-de-obra qualificada, exigência de qualidade estética, durabilidade e rapidez de execução. Constata-se que o tempo de início e fim de pega dos CAA é um problema pouco estudado. Espera-se com o presente trabalho contribuir para aprofundar esta questão. Procurou-se adotar composição similar para CAA e CC, levando em consideração os constituintes usualmente empregados na região. Ensaios realizados: Cone Marsh, Resistividade Elétrica para pasta de CAA e Agulha de Vicat para pasta de CAA e CC. Os ensaios realizaram-se com três amostras de pasta de CAA e CC para cada temperatura: 25 o C, 32 o C, 38 o C e 45 o C. O objetivo foi estudar o comportamento das pastas de CAA e CC para as diferentes temperaturas, devido às conclusões aferidas para as pastas poderem ser extrapoladas para os concretos no estado fresco. Ressalta-se que o ensaio de Agulha de Vicat é um ensaio referenciado para determinação do tempo de início e fim de pega da pasta de cimento do concreto. Os resultados alcançados demonstraram coerência. Como esperado, na temperatura de 25 o C, o tempo de pega foi maior que na temperatura de 45 o C, sendo que para qualquer das temperaturas o tempo de pega foi bem maior para a pasta do CAA comparado ao CC devido aos aditivos aplicados ao CAA. Com os resultados, é possível concluir que a fluidez da pasta do concreto sofre maior influência da variação de temperatura e regula o tempo de transporte e de lançamento podemos concluir que o comportamento das pastas para CAA e CC permite incremento na utilização de CAA em lugar de CC, mesmo em países de clima quente. |
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| Autores principais: | Calado, Carlos |
| Outros Autores: | Camões, Aires; Jalali, Said; Barkokébas, Beda; Carvalho, João R. de |
| Assunto: | Concreto auto-adensável (CAA) Concreto convencional (CC) Composição Tempo |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O concreto auto-adensável (CAA) deverá apresentar qualidade e custo compatíveis para ser competitivo em relação ao concreto convencional (CC). O CAA dispensa adensamento viabilizando obras com grande densidade de armadura, dificuldade de mão-de-obra qualificada, exigência de qualidade estética, durabilidade e rapidez de execução. Constata-se que o tempo de início e fim de pega dos CAA é um problema pouco estudado. Espera-se com o presente trabalho contribuir para aprofundar esta questão. Procurou-se adotar composição similar para CAA e CC, levando em consideração os constituintes usualmente empregados na região. Ensaios realizados: Cone Marsh, Resistividade Elétrica para pasta de CAA e Agulha de Vicat para pasta de CAA e CC. Os ensaios realizaram-se com três amostras de pasta de CAA e CC para cada temperatura: 25 o C, 32 o C, 38 o C e 45 o C. O objetivo foi estudar o comportamento das pastas de CAA e CC para as diferentes temperaturas, devido às conclusões aferidas para as pastas poderem ser extrapoladas para os concretos no estado fresco. Ressalta-se que o ensaio de Agulha de Vicat é um ensaio referenciado para determinação do tempo de início e fim de pega da pasta de cimento do concreto. Os resultados alcançados demonstraram coerência. Como esperado, na temperatura de 25 o C, o tempo de pega foi maior que na temperatura de 45 o C, sendo que para qualquer das temperaturas o tempo de pega foi bem maior para a pasta do CAA comparado ao CC devido aos aditivos aplicados ao CAA. Com os resultados, é possível concluir que a fluidez da pasta do concreto sofre maior influência da variação de temperatura e regula o tempo de transporte e de lançamento podemos concluir que o comportamento das pastas para CAA e CC permite incremento na utilização de CAA em lugar de CC, mesmo em países de clima quente. |
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