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Análise de discurso e metodologia visual: significados do amor para crianças portuguesas
| Summary: | O objetivo do Estudo de Caso sobre narrativas gráficas é introduzir a investigação qualitativa psicossocial na imagética e na entrevista semiestruturada e individual, o que permite explorar potencialidades da metodologia visual [1] e análise crítica do discurso [2]. Na temática amores de infância, foram abordadas facetas do amor real/imaginado, visualmente representado e debatido, por 33 meninas e 22 meninos, de 5-12 anos, oriundos de meio (semi)rural português. Nos diálogos sobre os pictogramas de “pares”, os pequenos evitaram representar-se nas interações, discriminado o estereótipo de género. Os casais desenhados “não familiares” se gostavam muito, unidos por “amizade” e/ou “amor-paixão”, definidos como “namorados”. Debateram-se significados do amor «tipo amigos [e] a dar beijinhos na boca», em que foram as raparigas a desenhar o beijar e eles a ousar falar disso. |
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| Main Authors: | Gomes, Júlio |
| Other Authors: | Cruz, Judite Zamith; Anastácio, Zélia; Fernandes, Rita |
| Subject: | Amor Crianças Género Pictograma Discurso Love Children Genre Pictogram Discourse |
| Year: | 2015 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | conference paper |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Universidade do Minho |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Summary: | O objetivo do Estudo de Caso sobre narrativas gráficas é introduzir a investigação qualitativa psicossocial na imagética e na entrevista semiestruturada e individual, o que permite explorar potencialidades da metodologia visual [1] e análise crítica do discurso [2]. Na temática amores de infância, foram abordadas facetas do amor real/imaginado, visualmente representado e debatido, por 33 meninas e 22 meninos, de 5-12 anos, oriundos de meio (semi)rural português. Nos diálogos sobre os pictogramas de “pares”, os pequenos evitaram representar-se nas interações, discriminado o estereótipo de género. Os casais desenhados “não familiares” se gostavam muito, unidos por “amizade” e/ou “amor-paixão”, definidos como “namorados”. Debateram-se significados do amor «tipo amigos [e] a dar beijinhos na boca», em que foram as raparigas a desenhar o beijar e eles a ousar falar disso. |
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