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O imaginário do cinema e a construção da sociedade do futuro: da esperança na tecnociência ao medo do apocalipse

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Detalhes bibliográficos
Resumo:(Excerto) A proposta metodológica de Morin (1956) para a compreensão da realidade imaginária do cinema e do Homem constitui-se em dois princípios fundamentais: mais do que estudar o cinema à luz da antropologia, é importante estudar antropos à luz do cinema; mais do que perceber a distinção entre real e imaginário, é essencial perceber a confusão entre estas duas dimensões, “ a sua unidade complexa e a sua complementaridade” . Deste modo, parece relevante estudar a resposta que o cinema tem dado à questão colocada sobre a forma como o Homem de hoje imagina a condição humana na sociedade do futuro. Ignacio Ramonet (2002) demonstra-nos que a análise do cinema e dos seus signos revela as tendências implícitas da sociedade que o produz.
Autores principais:Macedo, Lurdes
Assunto:Sociedade contemporânea Tecnociência
Ano:2005
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:(Excerto) A proposta metodológica de Morin (1956) para a compreensão da realidade imaginária do cinema e do Homem constitui-se em dois princípios fundamentais: mais do que estudar o cinema à luz da antropologia, é importante estudar antropos à luz do cinema; mais do que perceber a distinção entre real e imaginário, é essencial perceber a confusão entre estas duas dimensões, “ a sua unidade complexa e a sua complementaridade” . Deste modo, parece relevante estudar a resposta que o cinema tem dado à questão colocada sobre a forma como o Homem de hoje imagina a condição humana na sociedade do futuro. Ignacio Ramonet (2002) demonstra-nos que a análise do cinema e dos seus signos revela as tendências implícitas da sociedade que o produz.